quinta-feira, março 13, 2008

Spätzle com Queijo / Käsespätzle my way

Spätzle significa pardalinho(s) em alemão e muito comum no sul da Alemanha, na Áustria ocidental, na Suíça e na Alsácia. Em Portugal são desconhecidas mas no Brasil pelos vistos não.
Até há pouco nunca me tinha passado pela cabeça fazê-las em casa, pois há aqui à venda em todos os supermercados. Mas desde que tenho um blog ando na maré de experimentar cozinhar coisas desconhecidas e ainda bem que é assim. Feitas caseiras sabem bem melhor, do que as de compra!
Há duas maneiras de fazer este tipo de massa. Ou compra-se um aparelho (ca. 13 Euros), como eu o fiz, ou então utiliza-se uma tábua e uma faca - coisa para mestres no meu ver.
Encontrei videos no Youtube para vocês terem uma noção. Aqui está a maneira com a tábua e aqui com um aparelho (chama-se Spätzlehobel) como eu o tenho. Também há este aparelho, mas o que saí de lá mais parece esparguete, no meu ver.
Esta massa é normalmente um acompanhamento para carnes assadas no forno com molho, mas também podem ser confeccionadas com queijo e cebolha frita, como aqui. Ora vejam:

Spätzle com Queijo
Ingredientes (3 porções como prato princial):
200 g de farinha (aqui até há farinha própria, é mais fina do que a normal)
2 ovos
70 ml de leite ou água *
1 pitada de sal (opcional, também se pode temperar no fim)

* Há receitas que indicam água ou água mineral, outras leite frio ou quente ou entao uma mistura de leite e água. Eu experimentei já com água e com leite frio/quente e quase que não notei diferença.

Numa tigela põe-se a farinha e faz-se um buraco no meio. Depois juntam-se para lá os ovos (eu abro um por um numa tigela à parte para ver se estão bem) e com uma colher de pau começa-se a mexer com força.
Quando a massa estiver a engrossar, o que devia acontecer logo, deita-se pouco a pouco o leite/a água. Mexe-se tudo bem até a massa começar a fazer bolhas. A massa cola bastante, por isso cuidado com ela!



Depois deixa-se a massa descansar por 10 minutos. Entretanto põe-se uma panela ao fogo com água para esta ferver.
Passado 10 minutos coloca-se o Spätzlehobel na panela, deita-se metade da massa na forminha do Spätzlehobel e faz-se a massa (água devia estar a ferver um pouco). A massa está pronta, quando estiverem a nadar na superfície da água.



Tiram-se com uma concha de buracos, para a água escorrer e põe-se num recipiente com água fria.
Faz-se o mesmo com o resto da massa.
Agora pode-se continuar a cozinhá-lha.

Spätzle com Queijo
Ingredientes
Spätzle
2 cebolas médias, picadas
Queijo ralado, Emmentaler q.b.
Manteiga q.b., óleo vegetal q.b.
sal, pimenta
noz moscada

Pica-se as cebolas e frita-se com um pouco de óleo. Reserve.
Na mesma frigideira frita-se os Spätzle com a manteiga um pouco e tempera-se com sal, pimenta e noz moscada. Junta-se o queijo e mexe-se tudo bem. O queijo devia começar a derreter e os Spätzle de Queijo estão prontos. Serve-se com a cebola.

PS: Aqui está outra página com fotos para fazer Spätzle.



Endlich hab auch ich Käsespätzle gemacht. Lieber Uli, tut mir leid, aber ich bekenne mich als eine Nicht-Schaberin. Ich habe es aber probiert. Die Variante mit dem Hobel ist zwar etwas klebrig, aber beim 2. Mal hatte ich es raus. Nun funktioniert es ratz-fatz.
Und ja, selbstgemacht schmecken sie viel viel besser.
Das Rezept habe ich von Tim Mälzer (essen&trinken), ist aber genau so wie bei "Ich helfe dir kochen", dass ich von meinem Freund zu Weihnachten bekommen habe.
Mit Spätzlemehl habe ich es noch nicht probiert, aber ich kenne schon jemand, der es mir beschaffen wird.
Habe die Spätzle bereits mit Wasser, Mineralwasser, warmer und kalter Milch gemacht - kaum ein Unterschied zu merken, nachdem ich ihnen eine Ladung Käse verpasse. :-)
Hier das Rezept:

Spätzle

Zutaten:
200 g Mehl
2 Eier
70 ml Mineralwasser/Wasser/warme oder kalte Milch
1 Prise Salz

In einer Schüssel gibt man das Mehl mit der Prise Salz und macht eine Mulde in die Mitte. Dann gibt man die 2 Eier dort hinein und vermischt alles so lange es geht mit dem Holzlöffel. Nun gibt man peu à peu die Milch/das Wasser und "schlägt" den Teig, bis er Blasen wirft.
Der Teig ruht nun 10 Minuten.
In der Zwischenzeit tut man einen Kochtopf mit Wasser auf den Herd und bringt es zum Kochen. Nach 10 Minuten installiert man den Hobel, gibt den Spätzleteig rein und fängt an zu hobeln (das Wasser sollte die ganze Zeit leicht kochen). Die Spätzle sind fertig, wenn sie an die Wasseroberfläche schwimmen.
Mit einer Schaumkelle holt man die Spätzle raus und gibt sie in eine Schüssel mit kaltem Wasser. Nun können sie weiterverarbeitet werden.

Käsespätzle
Zutaten (3 Portionen als Hauptspeise):
Spätzle
2 mittelgroße Zwiebeln, gehackt
Raspelkäse, Emmentaler, soviel man mag
Salz, Pfeffer, Muskatnuss
Butter, Speiseöl

Zuerst werden die gehackten Zwiebeln in etwas Speiseöl geröstet und dann Beiseite gelegt. In der selben Pfanne gibt man etwas Butter und die Spätzle rein und brät sie etwas an. Mit Salz, Pfeffer und Muskatnuss abschmecken. Nun gibt man den Käse hinzu und vermisch alles gut. Der Käse sollte anfangen zu schmelzen und Fäden ziehen. Die Spätzle sind fertig und werden mit den Zwiebeln serviert.



In Portugal sind Spätzle total unbekannt, in Brasilien nicht.

segunda-feira, março 10, 2008

Salmão com Vinho do Porto / Lachsfilets in Portwein


Blog-Event XXXII - Portwein breit

Meine Mutter, Maria Ausenda, wollte auch an dem Portwein-Event teilnehmen und hat sich dieses Rezept ausgedacht: Lachsfilets mit Portwein. Ich war wirklich angenehm überrascht, da es mir – ich die eigentlich kein Fisch mag - ausgezeichnet geschmeckt hat. Serviert hat sie es am Sonntag mit Kartoffelpüree, Gemüse und Feldsalat.

Lachsfilets mit Portwein
Zutaten:
4 Lachsfilets à 4 cm Breite
2 große Zwiebeln
2 Knoblauchzehen
2-3 dl Portwein
8 Esslöffel Wasser
Salz, Pfeffer
1 Prise Dill
4 Petersilienstengel

In einer Auflaufform gibt man das Wasser. Dann legt man die in Scheiben geschnittenen Zwiebeln und den kleingeschnittenen Knoblauch aus. Darauf kommen die Lachsfilets. Nun werden sie mit Salz, Pfeffer und Dill gewürzt und man gibt 1 dl Portwein über die Filets. Sie kommen in den Ofen auf mittlerer Schiene bei 180°. Nach ca. 20 Minuten gibt man noch mal 1 dl Portwein über den Fisch und legt auf jedes Filet einen Stengel Petersilie und lässt den Fisch schmorren. Der Lachs blieb insgesamt 45 Minuten im Ofen. Er ist fertig, wenn der Portwein reduziert ist und Der Lachs etwas Farbe gewonnen hat.




Minha mãe, Maria Ausenda, também quis participar no Evento Vinho do Porto e imaginou esta receita: Filetes de Salmão com Vinho do Porto. A receita é fácil mas muito eficaz, pois o salmão estava delicioso. Serviu no domingo passado a acompanhar com puré de batata, legumes salteados e salada de rapúncio.

Salmão com Vinho do Porto
Ingredientes:
4 filetes de 4 cm de largura
2 cebolas grandes
2 dentes de alho
2-3 dl de Vinho do Porto
8 colheres de sopa de água
sal, pimenta
uma pitada de endro
4 ramos de salsa

Num Pyrex deita-se a água e espalha-se as cebolas cortadas às rodelas e o alho picado. Por cima deita-se as filetes de salmão. Tempera-se com sal, pimenta e o endro. Por fim põe-se um dl do Vinho do Porto por cima do peixe e vai ao forno (180°). Depois de 20 minutos rega-se o salmão com outro dl do Vinho do Porto (ou mais um pouco)e põe-se os ramos de salsa lavados por cima dos filets. O salmão fica no forno por aproximadamente 45 minutos. Tem-se que ter cuidado, pois o salmão não precisa de muito tempo para ficar cozinhado e estará pronto quando estiver a ficar com uma cor e o líquido no pyrex estiver reduzido.


sábado, março 08, 2008

Receita copiada: Gnocchi di Ricotta no Dia Internacional da Mulher / Nachgemacht: Ricotta - Gnocchi am Weltfrauentag


Zorra hat mal wieder eingeladen :-) Gelb soll es sein zum internationalen Frauentag, heute am 08.03.08.
Ich dachte da an Safran, Gemüse mit Safran und was noch??? Ah, die Ricotta-Gnocchi von Petra, die ich schon lange ausprobieren wollte.
Rausgekommen sind eher Ricotta-Taler, die aber echt lecker waren und nach Ricotta geschmeckt haben.
Das Safran-Gemüse hat herrlich dazu gepasst.




Ricotta-Gnocchi
Zutaten
2 groß. Eier
270 Gramm Weizenmehl Type 405
450 Gramm Ricotta; falls notwendig abgetropft
3 Essl. Olivenöl
Salz
Schwarzer Pfeffer

Zubereitung

Die Eier in einer kleinen Schüssel verschlagen.

Das Mehl, 1 3/4 Tl Salz und 1/4 Tl frisch gemahlenen Pfeffer in eine große Schüssel geben. Den Ricotta zugeben und alles mit einer Gabel krümelig rühren. Nun die Eier zugeben und alles verrühren, bis sich ein Teig bildet. Herausnehmen und nur kurz durchkneten. Den Teig auf die leicht bemehlte Arbeitsfläche legen und abdecken.

Einen großen Topf Salzwasser zum Kochen bringen.

Jeweils 1/8 des Teiges nehmen, mit beiden Händen zu einer etwa 2 cm dicken Rolle ausrollen und Stücke von etwa 2,5 cm Länge abcshneiden. Die Stücke mit dem Daumen über den Rücken einer Gabel rollen, dabei sollen auf der einen Seite die Rillen durch die Gabelzinken zu sehen sein, auf der anderen der Daumenabdruck.

Die Gnocchi portionsweise ins kochende Wasser geben. Wenn sie an die Oberfläche kommen, noch etwa 1 Minute köcheln lassen, dann mit einem Schaumlöffel herausnehmen und auf ein geöltes Backblech geben. Den gesamten Teig so verarbeiten. Die Gnocchi mit etwas Olivenöl beträufeln und darin wenden.

Nach Bedarf weiterverarbeiten.

Safran-Gemüse
Zutaten
1 EL Speiseöl
50 g Ricotta (die oben von den Gnocchis übrig geblieben sind)
1 1/2 TL Safranpulver
1 Zucchini, gewürfelt
1 rote Paprika, gewürfelt
1 große Tomate, geschält, entkernt, gewürfelt
Salz, Pfeffer

Zubereitung:
In einer Pfanne das Speiseöl mit dem Safran warm werden lassen. Dann den Ricotta reinmischen und dann das Gemüse. Schön frittieren lassen und mit Salz und Pfeffer abschmecken.



Dia 08. de Março e o Dia Internacional da Mulher e a querida Zorra convida para outro evento com o tema amarelo. Eu associo amarelo com o sol, gira-sóis, açafrão... e açafrão combina bem com legumes. Agora ainda faltava mais alguma coisa… e aí lembrei-me dos Gnocchi de Ricotta da Petra. E assim saíu: Gnocchi de Ricotta com Legumes de Açafrão.
Os gnocchi mais parecem pedras chatas, mas souberam muito bem e o gostinho de ricotta estava lá.


Gnocchi de Ricotta

Ingredientes
2 ovos grandes
270 g de farinha de trigo
450 de Ricotta
3 colheres de sopa de azeite
sal
pimenta

Bater os ovos numa tigela pequena.
Noutra, junta-se a farinha com 1 ¾ colheres de sopa de sal e ¼ colher de pimenta. Põe-se o ricotta e mistura-se com um garfo até estar tudo bem mexido. Depois junta-se os ovos e mexe-se outra vez tudo bem. Tira-se a massa e continua-se a amassar com as mãos. Deixar a massa descansar em cima dum pouco de farinha.
Entretanto põe-se um tacho alto no fogão com água e um pouco de sal.
Tira-se em cada vez 1/8 da massa e nas mãos forma-se um rolo de 2 cm de grossura. Desses rolos corta-se fatias de 2,5 cm de comprimento. Esses pedaços são depois pressionados contra um garfo com a ajuda do polegar.

Colocar os gnocchis dentro da água, que deve estar a ferver. Deixa-se os gnocchis ainda um minuto dentro da água, quando eles subirem para a superfície da água. Tira-se os gnocchis prontos com uma colher, que escorre automaticamente a água e pô-los em cima dum tabuleiro, previamente untado com azeite. Por fim polvilha-se os gnocchis com um pouco de azeite, para não secarem.

Legumes de Açafrão

Ingredientes:
1 colher de sopa de óleo vegetal
50 g de ricotta (os que sobraram do pacote para os gnoccis)
1 ½ pó de açafrão
1 courgette/abobrinha, cortada aos cubinhos
1 pimento vermelho, cortado em cubinhos
1 tomate, pelado e sem sementes, cortado em cubinos
sal e pimenta

Coloca-se o azeite e o açafrão numa frigideira e deixa-se a começar a fritar. Depois junta-se o ricotta e mexe-se tudo bem. Por fim põe-se os legumes e mexe-se bem. Deixa-se fritar tudo bem e tempera-se com sal e pimenta.

sexta-feira, março 07, 2008

Desafio / Herausforderung

A querida Filipa convidou-me para isto :-)obrigada Filipa!!! Acho que entretanto já todas o fizeram, senão aproveitem a boleia.

Se eu fosse um mês seria... Julho
Se eu fosse um dia da semana seria... Sábado
Se eu fosse um número seria... 7
Se eu fosse um planeta seria... Terra
Se eu fosse uma direcção seria... Sul
Se eu fosse um móvel seria... uma Longue Chaise
Se eu fosse um liquido seria... água
Se eu fosse um pecado seria... luxúria
Se eu fosse uma pedra seria... ortósio
Se eu fosse um metal seria... prata
Se eu fosse uma árvore seria... um chorão
Se eu fosse uma fruta seria... um morango
Se eu fosse uma flor seria... um gira-sol
Se eu fosse um clima seria... moderado
Se eu fosse um instrumento musical seria... uma guitarra portuguesa
Se eu fosse um elemento seria... fogo
Se eu fosse uma cor seria... preto
Se eu fosse um animal seria... um leão
Se eu fosse um som seria... o som das ondas do mar
Se eu fosse uma letra de música seria... cis
Se eu fosse uma canção seria... Primavera
Se eu fosse um estilo de musica seria... folclore
Se eu fosse um perfume seria... Hypnotic Poison de Cristian Dior
Se eu fosse um sentimento seria... a paixão
e eu fosse um livro seria... La Sombra Del Viento de Carlos Ruiz Zafón
Se eu fosse uma comida seria... uma bela torta com chocolate e natas
Se eu fosse um lugar seria ... a praia de Zambujeira do Mar
Se eu fosse um gosto seria... baunhilado
Se eu fosse um cheiro seria... cookies frescos
Se eu fosse uma palavra seria... paixão
Se eu fosse um verbo seria... orgulho
Se eu fosse um objecto seria... um Porsche Boxter
Se eu fosse uma roupa seria... um soutien
Se eu fosse uma parte do corpo seria... os olhos
Se eu fosse uma expressão seria... o olhar para o infinito
Se eu fosse um desenho animado seria... Winnie Pooh
Se eu fosse um filme seria... The Bucket List
Se eu fosse forma seria... uma pirâmide
Se eu fosse uma estação seria... o outono
Se eu fosse uma frase seria... Cogito ergo sum.

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Die liebe Filipa hat mal wieder an mich gedacht :-) Ich werfe das Stöckchen jedem zu, der es fangen will!!!

Wenn ich ein Monat wäre, dann wäre ich.... Juli
Wenn ich ein Wochentag wäre, dann wäre ich... Samstag
Wenn ich eine Nummer wäre, dann wäre ich... 7
Wenn ich ein Planet wäre, dann wäre ich ... die Erde
Wenn ich eine Himmelsrichtung wäre, dann wäre ich... Süden
Wenn ich ein Möbel wäre, dann wäre ich ... eine Longue Chaise
Wenn ich eine Flüssigkeit wäre, dann wäre ich... Wasser
Wenn ich eine Todsünde wäre, dann wäre ich... Wollust
Wenn ich ein Edelstein wäre, dann wäre ich ... ein Mondstein
Wenn ich ein Metall wäre, dann wäre ich... Silber
Wenn ich ein Baum wäre, dann wäre ich... eine Trauerweide
Wenn ich ein Obst wäre, dann wäre ich ... eine Erdbeere
Wenn ich eine Blume wäre, dann wäre ich... eine Sonnenblume
Wenn ich ein Klima wäre, dann wäre ich... ein gemäßigtes Klima
Wenn ich ein Instrument wäre, dann wäre ich ... die portugiesische Guitarre
Wenn ich ein Element wäre, dann wäre ich... Feuer
Wenn ich eine Farbe wäre, dann wäre ich... schwarz
Wenn ich ein Tier wäre, dann wäre ich ein.... Löwe
Wenn ich ein Geräusch wäre, dann wäre ich... das Meeresrauschen
Wenn ich ein Ton wäre, dann wäre ich... cis
Wenn ich ein Lied wäre, dann wäre ich... Primavera
Wenn ich ein Musikstil wäre, dann wäre ich... Folclore
Wenn ich ein Parfüm wäre, dann wäre ich ... Hypnotic Poison von Cristian Dior
Wenn ich ein Gefühl wäre, dann wäre ich... die Leidenschaft
Wenn ich ein Buch wäre, dann wäre ich... Der Schatten des Windes von Carlos Ruiz Zafón
Wenn ich etwas zum Essen wäre, dann wäre ich... eine schokoladige-sahnige Torte
Wenn ich ein Platz wäre, dann wäre ich... der Strand im Alentejo: Zambujeira do Mar
Wenn ich ein Geschmack wäre, dann wäre ich... vanillig
Wenn ich ein Geruch wäre, dann wäre ich... der Geruch von aus dem Ofen kommenden Keksen
Wenn ich ein Wort wäre, dann wäre ich... Stolz
Wenn ich ein Objekt wäre, dann wäre ich... ein Porsche Boxter
Wenn ich ein Kleidungsstück wäre, dann wäre ich... ein Büstenhalter
Wenn ich ein Körperteil wäre, dann wäre ich... die Augen
Wenn ich ein Gesichtsausdruck wäre, dann wäre ich... der Blick in die Ferne
Wenn ich eine Comic-Figur wäre, dann wäre ich... Winnie Pooh
Wenn ich ein Film wäre, dann wäre ich... The Bucket List/Das Beste zum Schluss
Wenn ich eine geometrische Form wäre, dann wäre ich... eine Pyramide
Wenn ich eine Jahreszeit wäre, dann wäre ich... Herbst
Wenn ich ein Satz wäre, dann wäre ich... Cogito ergo sum.

quarta-feira, março 05, 2008

Gratin da "Raíz desconhecida" de Escorcioneira / Schwarzwurzelgratin à la Petra

adição: ai... então não é que a Hedonistin encontrou raio do nome disto???? Para próxima já sei a quem perguntar :-)
O nome é: Escorcioneira, Salsifi-negro, Salsifi négro.
E ela encontro-o aqui.
Agora já estou mais descansada :-)


Pois é, ninguém me soube dizer qual o nome desta raíz. E eu procurei e procurei, mas também não encontro. A flor é um pouco parecido ao dente-de-leão, pois são da mesma família (Asteraceae). Algumas de vocês sugeriram que pudesse ser Raíz de Bardana, mas não encontrei o nome em alemão e não faço a mínima ideia do que se trata. Li num site que esta raíz era considerada um remédio contra a peste e mordeduras de cobras. Oriunda da Espanha, é também chamada espargo do inverno ou de gente pequena (significando pobre). Em inglês chama-se black salsify e eu procurei salsify num dicionário online em portuês e apareceu cercefi. Será que é cercefi preta o nome destas raízes comestíveis? Vou continuar à procura.
Vamos então ao Gratin desta raízEscorcioneira/Salsifi-negro/Salsifi négro.

Li, que deitam um líquido tipo leite quando são cortadas/descascadas e esse líquido cola. Pode-se ir descascando debaixo da torneira ou fazer como eu: calçar umas luvas – remédio santo. Nada colou nem eu me sujei!
Como já viram, elas são mesmo feias e como são raízes vêm cheiinhas de terra. Portanto, primeiro lavei as três raízes (tamanho: uns 40-50 cm) um pouco e depois cortei cada raíz em 4 bocados e fui descascando um a um como se fosse uma cenoura.
Esta raíz depois de descascada gosta muito de ficar castanhas por causa do contacto com o ar e tem-se que pôr logo em água com um pouco de vinagre, foi o que eu fiz.
Depois foram num tacho com água e um pouco de sumo de limão ao lume por 15 minutos.



Entretanto lavei e descascei 2 cenouras e 3 batatas (a Petra serve as batatas separadamente) grandes e cortei as cenouras em palitos e as batatas às rodelas. Reservei numa tijela.
Tirei as raízes da água, depois de cozidas, e cortei-as também às rodelas (a Petra não o fez, mas eu achei que assim dava mais jeito comer).
Dei também uma cozidela às batatas e cenouras (aproximadamente por uns 5 minutos).
Deitei os legumes misturados dentro dum pyrex e fiz o molho. A Petra juntou fiambre aos legumes, mas não tínhamos nenhum em casa, nem salsichas, por isso ficou vegetariano.
Primeiro prepara-se 1/4l de caldo de legumos. Num tachinho põe-se uma colher de sopa cheia de manteiga. Acrescenta-se uma colher de sopa de farinha de trigo e mexe-se bem. Logo a seguir vai-se juntando o caldo, mexendo sempre bem até o caldo estár todo lá dentro. Deixa-se tudo ir fervendo lentamente. Mistura-se então ¼ l de natas e mexe-se tudo bem. Põe-se uns três raminhos de salsa picada e tempera-se com noz moscada, sal e pimenta e no fim junta-se ao molho uma gema de ovo. Agora é que se tem que mexer bem, senão o ovo coze e não es mistura com os outros ingredientes.
Agora é só deitar o molhinho (consistência cremosa) por cima dos legumes, juntar queijo para gratinar por cima q.b. e vai ao forno (temp. média) para cozer os legumes melhor e ficar alourado.



Nota: A raíz, para dizer a verdade pareceu-me carne de coco, mas ou pouco mais mole. Tem um gosto também a couve-rábano, mas não é. Come-se mas não é coisa que precise quase todos os dias (como uma boa fatia de bolo :-)). Mas é um legume barato (as três raízes custaram 1,75 Euros). Contudo gostei da experiência.
O molho do gratin é que vou fazer mais vezes. Que delícia!!!




So diesmal war der portugiesische Text zuerst an der Reihe. Leider haben wir bis jetzt nicht wirklich rausgefunden wie diese Wurzel auf portugiesisch heisst.
Das ist meine Version des Schwarzwurzelgratins à la Petra. Hatte gar keine Probleme mit dem Putzen und Schneiden der Wurzel, da ich mich hier informiert hatte und einfach meine Plastikhandschuhe angezogen habe.
Die Wurzel habe ich nach dem Kochen noch in mundgerechte Scheiben geschnitten. Kochschinken hatte ich leider nicht zu Hause :-( daher blieb es vegetarisch. Die Kartoffeln hab ich gleich mit reingetan und nicht wie Petra extra als Salzkartoffeln serviert.
Fazit: Bin definitiv kein Schwarzwurzel-Fan. Die Wurzel hat eine geschmeidige Konsistenz und ist mit Spargel ein wenig vergleichbar (wird ja auch Winterspargel genannt). Der Nachgeschmack war nussig. Kann man (ich) essen, muss aber nicht.
Die Gratin-Sauce aber war äußerst lecker und wird bestimmt bald wieder gemacht - mit anderem Gemüse :-) Alles in allem eine schöne Erfahrung!

Nachtrag: Danke meiner lieben Hedonistin weiß ich es endlich, wie die Schwarzwurzel auf portugiesisch heißt: Escorcioneira, Salsifi-negro oder Salsifi négro - gefunden hier. Das nächste Mal wende ich mich gleich an Dich! Vielen lieben Dank!!!!

terça-feira, março 04, 2008

Scorzonera

Nachdem der Garten-Koch-Event Schwarzwurzel um ist, sind sie nun auch bei mir gelandet. Das Gratin von Petra hatte mich so angelacht, dass ich sie unbedingt probieren musste. Und jetzt weiß ich warum ich diese "langen staubigen Stangen" noch nie gesehen hatte, denn dazu muss man eben zu einem Markt gehen und nicht in die Lebensmittelstores.
Gefunden habe ich diese 3 Exemplare auf dem schönen überschaubaren Elisabethmarkt in Schwabing.
Das Gratin ist bereits gemacht, aber davon mehr morgen. Erst möchte ich wissen, ob meine portugiesischen Blog-LeserInnen wissen was das ist. Angeblich ist die Heimat der Schwarzwurzel (lat.: Scorzonera) Spanien. Also sollte sie doch auch in Portugal bekannt sein, oder? Ich muss aber gestehen, dass ich sie dort auch noch nie erblickt habe. Bin gespannt, ob es das Gemüse auch in Brasilien gibt, denn daher kommen auch ein paar eifrige LeserInnen von mir.



Ontem fui a um mercado, chamado Elisabethmarkt, de legumes e fruta, coisa que não faço muito. Por um lado sei que teria produtos melhores, mas pelo outro saí sempre mais barato ir aos supermercados. Mas eu andava à procura duma coisa especial e por isso tive que lá ir. Felizmente encontrei logo o que procurava: estes paus todos feiotes e nada apetitosos. Em alemão chamam-se traduzido: raízes pretas. Agora cabe a vocês de me dizerem como se chama em português. É que não faço ideia mesmo. Descobri este legume por causa dum Evento do Blog de Jardim com este tema (estes alemães só têm é eventos, não sei se já repararam) e gostei tanto do Gratin da Petra, que tive que ir comprar para experimentar.
Fico à espera de propostas. Em latim o nome é Scorzonera.

Outra
à procura do nome português destas raízes.
Aqui vai uma foto das florinhas desta raíz:

domingo, março 02, 2008

BlogEvent XXXII: Parfait de Vinho do Porto / Portwein-Parfait

Blog-Event XXXII - Portwein breit
Nun zu meinem Beitrag für den Blog Event XXXII. Entschieden habe ich mich für ein Parfait was im Französischem soviel bedeutet wie vollkommen, hervorragend.



Portwein-Parfait mit Butterkeks und Mandelsplitter an einer Orangen-Portwein-Sauce
Zutaten für eine 25cm Kastenform:
3 Eigelb
75 g Zucker
¾ dl Portwein
2 Eiweiss, steif geschlagen
3 dl Sahne, geschlagen
9 Butterkekse, zerkrümmelt
2 EL Mandelsplitter

Für die Sauce (nur für 4 Parfait-Portionen):
1 riesige Orange
5 TL Zucker
150 ml Portwein

Eiweiß und Sahne in 2 Schüsseln jeweils steif schlagen.
Eigelb und Zucker zu einer hellen dicklichen Creme aufschlagen (10 Minuten). Den Portwein dazugeben und weiter mit dem Handrührgerät auf niedrigster Stufe rühren. Eiweiss und Rahm unterziehen. Zum Schluss die Butterkeksbrösel und die Mandelsplitter unterheben.

Eine Kastenform mit Klarsichtfolie auslegen. Die Masse einfüllen und während mindestens 4 Stunden gefrieren lassen (ich habe es am Vortag gemacht). Zum Servieren das Parfait aus der Form lösen, Klarsichtfolie entfernen und wie einen Kuchen anschneiden.

Die Orangen schälen und über einem Teller filetieren. In einem Topf den Portwein, Zucker und den Orangensaft, der vom Teller aufgefangen worden ist dazugeben und zum kochen bringen. Die Filetstücke kurz mitkochen. Abkühlen lassen.

PS: Super Parfait-Rezept: einfach zu machen und variierbar (z. B. mit anderen Likören oder andern Keksen oder/und mit Obst oder/und anderer Sauce). Das nächste mal ohne Orangen, dafür aber den Portwein besser einkochen, bis dieser eine Sirupartige Konsistenz hat. Selbst meine Mutter fands lecker und die steht nicht auf Süßes. Läßt sich perfekt einen Tag vorher zubereiten, falls man Besuch hat. Portweingeschmack kommt sehr gut rüber, also nicht penetrant.

So und nun werde ich mich etwas ausruhen. Die eine Flasche Port ist ausgetrunken (s. Foto) und ich bin sehr erkältet.


Aqui vem o meu contributo para o Blog Evento XXXII. Decidi fazer um Parfait que em francês significa perfeito, excellente.
Participem também, como a Romy. Ficaria muito feliz por isso.



Parfait de Vinho do Porto com Bolacha de Manteiga e Palitos de Amêndoa com um Molho de Laranja e Vinho do Porto
Ingredientes para uma forma de bolos rectângular 25cm:
3 gemas de ovos
75 g de açúcar
¾ dl de Vinho do Porto
2 claras, batidas em castelo
3 dl de natas, batidas
9 bolachas de manteiga, desmioladas
2 colheres de sopa de amêndoas em palito

Para o Molho (para 4 porções de Parfait):
1 laranja suculenta enorme
5 colheres de açúcar
150 ml de Vinho do Porto

Bater as claras em castelo e as natas (cada um na sua tijela).
Noutra tijela batem-se as gemas e o açúcar até ficar muito cremoso (bati aí uns 10 minutos). Depois derrama-se o Vinho do Porto para a massa, continuando a bater com a maquina de bater bolos lentamente. Agora incorporam-se as natas e as claras e no fim juntam-se as bolachas e as amêndoas. Mexe-se tudo muito bem.

Forra-se a forma rectângular com película/papel aderente e deita-se a massa para lá. Vai ao congelador por pelo menos 4 horas (eu fiz no dia anterior). Quando for para servir, tira-se o Parfait da forma como se fosse um bolo, depois tira-se a película com cuidado e corta-se o Parfait às fatias.

Para o Molho:
Descascar a laranja como se fosse uma maçã – portanto tirar também toda a pele branca. Cortar a laranja às filetes com um prato por baixo, que apanhe o sumo da laranja. Num tacho deita-se o Vinho do Porto, o sumo da laranja e o açúcar e deixa-se ferver. Depois põe-se também as pedaços da laranja e deixa-se ferver também. Deixa-se arrefecer.

Nota: Uma receita super-fácil e pode-se variar (p.ex. com outros licores ou outras bolachas ou/e fruta). Para a próxima vou fazer sem as laranjas e deixar o Vinho do Porto ferver melhor até ter uma consistência tipo mel. Até a minha mãe gostou e ela não vai lá muito com doces. Quando se tem visitas este Parfait deixa-se preparar bem num dia anterior. O sabor a Vinho do Porto é suave, muito bom. Consistência do Parfait é como um gelado, por isso no Verão ainda será melhor.

E agora vou descansar um pouco, pois uma garrafa do Vinho do Porto já está bebida (v. foto) e eu estou com uma constipação grande em cima.



Blog-Event XXXII - Portwein breit

sexta-feira, fevereiro 29, 2008

Parmigiana di Melanzane 29.02.08



Ein Klassiker der italienischen Küche, den ich besonders mag.

Parmigiana di Melanzane
Zutaten für 4 als Hauptgericht:
3-4 mittelgroße Auberginen (etwa 1 kg)
Salz
3 Beutel Mozzarella (375 g)
1 Bund Basilikum
1 große Dose geschälte Tomaten (800g)
schwarzer Pfeffer aus der Mühle
2-3 EL Mehl
10 EL Olivenöl
50 g fisch geriebener Parmesan

Quelle: Italian Basics - Cornelia Schinharl/Sebastian Dickhaut

1. Die Auberginen waschen, die beiden Enden knapp abschneiden. Jetzt der Länge nach in Scheiben schneiden. Die dürfen so ungefähr 1 cm dick sein. Die Scheiben mit Salz bestreuen und 15 Minuten ziehen lassen.
2. In der Zeit schon mal den Käse abtropfen lassen und auch in Scheiben schneiden, aber in dünnere. Basilikumblättchen abzupfen, fein hacken. Tomaten in der Dose klein schneiden.
3. Tomaten mit Basilikum, Salz und Pfeffer würzen. Inwzischen sollten sich auf den Auberginen kleine Wassertröpfchen gebildet haben. Und die tupft man jetzt mit Küchenpapier ab. Mehl in einem Teller schütten. Auberginen pfeffern und von beiden Seiten ins Mehl drücken. Mehl wieder leicht abklopfen, damit nicht zu viel dran kleben bleibt.
4. 2 EL Olivenöl in einer Pfanne heiß werden lassen, auf mittlere Hitze zurückstellen. Ein Viertel der Auberginen jeweils von beiden Seiten darin braun braten. Herausheben. Wieder Öl in die Pfanne und die nächste Portion Auberginen braten und so weiter. Eventuell die gebratenen Scheiben auf einer Lage Küchenpapier abtropfen lassen.
5. Zwischendurch schon mal den Backofen auf 180 Grad vorheizen (ohne Vorheizen Umluft 160 Grad). Eine große feuerfeste Form aus dem Schrank holen. Eine Schicht Auberginen reinlegen, mit Tomaten bestreichen, mit Mozzarella belegen. Wieder Auberginen und so weiter, bis alles in der Form ist. Parmesan drüber streuen, mit restlichem Öl beträufeln. Parmigiana im Ofen auf der mittleren Schienen ungefähr 30 Minuten backen, bis sie appetitlich braun ist. Noch 10 Minuten gedulden, dann anschneiden und verteilen.


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Um clássico da cozinha italiana, que eu adoro.

Parmigiana di Melanzane
Ingrediente para 4 pessoas como prato principal:
3-4 beringelas (mais ou menos 1 kg ao todo)
Sal
3 pacotes de Mozzarella (375 g)
1 molho de manjericão fresco
1 lata de tomates pelados (800 g)
pimenta preta
2-3 colheres de sopa de farinha
10 colheres de sopa de azeite
50 g de parmesão fresco, ralado

fonte: Italian Basics - Cornelia Schinharl/Sebastian Dickhaut

1. Lavar as beringelas e cortar as duas pontas. Agora corta-se as beringelas às fatias. A grossura deve ser de 1 cm. Nas fatias põe-se sal e deixa-se assim por 15 minutos.
2. Entretanto tira-se o mozzarella do pacote e deixa-se escorrer. Depois corta-se o quejio às fatias finas. Tira-se as folhas do manjericão e reserva-se.
3. Tira-se os tomates da lata e corta-se em pedacinhos. Tempera-se com o manjericão, sal e pimenta. Neste tempo as fatias de beringela deviam ter ganhado pingos de água. Limpa-se as fatias com papel de cozinha. Deita-se a farinha num prato. Põe-se pimenta nas fatias e pressiona-se as fatias na farinha dos dois lados. Depois sacode-se as fatias panadas de farinha.
4. Numa frigideira deita-se 2 colheres de sopa de azeite e deixa-se o azeite ficar quente. Um quarto das fatias frita-se dentro dela até ficarem alourados. Tirar da frigideira e pôr num prato com papel de cozinha, para absorver a gordura. Proceder assim com o resto das fatias de beringela.
5. Enquanto as fatias estiverem a fritar, liga-se o forno 180° . Num pyrex põe-se uma camada de beringela, barra-se com o molho de tomate, coloca-se o mozzarella. Depois continua-se com as fatias de beringela, o tomate... até não haver mais ingredientes. Espalha-se o parmesão ralado por cima e o resto do azeite. A Parmigiana vai ao forno por 30 minutos até estar gratinado. Esperar 10 minutos antes de comer.

quinta-feira, fevereiro 28, 2008

Rombi com Cebola Roxa / Rombi mit roter Zwiebel

Vorgestern bei la mia cucina gesehen: Aelplermagronen. Da ich kein Obst in salzigem Essen mag, mich aber der Gedanke von Nudeln mit Zwiebeln nicht mehr losgelassen hat, habe ich es gleich kochen müssen. Es ist nichts besonderes. Kann als Beilage zu Fleisch aufgepimpt werden. Für mich hat es als Hauptspeise gereicht und es war sehr sehr lecker.


Hier das Rezept:
Zutaten
Hauptmahlzeit für 2 Personen:
ca. 150 g (etwa 2 cup) Penne oder schweizerische Aelplermagronen (ich habe Rombi genommen)
ca. 150 g Käse, frisch gerieben. Wir nehmen meist eine Mischung aus Emmentaler und Alpkäse 1:1. (ich hab Gratinkäse genommen)
2 dl Halbrahm (ggf. mit Milch verdünnt)
1-2 grosse Zwiebeln in Ringen (ich hab rote Zwiebeln genommen)
1 Elf. Butter
Salz, Pfeffer, Muskatnuss

für die Apfelschnitze (Beilage): (habe ich weggelassen)
4 Aepfel
1 Elf. Zucker
Saft einer halben Zitrone
etwas Zitronenabrieb

Zubereitung
(1) Die Pasta in kochendem Salzwasser knapp bissfest kochen, abgiessen. In eine gebutterte Pyrex-form mit Deckel lagenweise mit der Hälfte des frisch geriebenen Käses einschichten.
(2) Rahm aufkochen, die restliche Hälfte des Käses darin auflösen, würzen und als Guss über die Pasta giessen.
(3) Zwiebelringe in der Butter langsam goldgelb andünsten, nicht allzu braun werden lassen und über die Pasta geben.
(4) Deckel aufsetzen und im auf 180°C vorgeheizten Ofen (Unter-/Oberhitze, Schiene 2) ca. 30 Minuten backen.

für die Apfelschnitze:
(5) Apfel schälen, in Schnitze schneiden, mit dem Zitronensaft und Wasser bedecken, Zucker und Zitronenabrieb zugeben und auf kleinem Feuer knapp bissfest kochen.




Antes de ontem vi esta receita no Blog La mia cucina: Aelplermagronen. Esta receita vem da Suiça e chama-se Aelplermagronen. É muito servida nos restaurantes das montanhas onde se pratiqua ski. No fundo trata-se dum gratinado de massa com cebola e queijo que é servida com maçã. Eu não aprecio muito fruta com comida salgada e por isso apenas fiz a massa. Adorei :-)

Aqui vai a receita:
Ingredientes para 2 pessoas como prato principal
150 g de Penne (usei Rombi – massa em forma dum rectângulo)
150 g de queijo para gratinar, ralado
2 dl de natas (ou metade natas e a outra medate leite)
1-2 cebolas grandes cortadas às rodelas (usei cebola roxa)
1 colher de sopa de manteiga
Sal, pimenta e noz moscada

para as filetes de maçã (que eu não fiz)
4 maçãs
1 colher de sopa de açúcar
Sumo de metade dum limão
Um pouco de casca de limão ralada

Preparação:
1. Cozer a massa consoante as instruções, mas 2 minutos menos. Escorrer. Untar uma forma de pyrex com manteiga. Pôr a massa lá dentro e 2/3 do queijo.
2. Deixar cozer as natas e deitar o resto do queijo lá para dentro. Mexer bem até o queijo dereter. Temperar com sal,pimenta e noz moscada. Derramar sobre a massa.
3. Fritar as rodelas de cebola numa frigideira com manteiga e deitar sobre a massa.
4. Vai ao forno por 30 minutos (180°).

Para os filetes de maçã:
5. Descascar as maçãs e cortar em filetes. Numa panela cozer os pedaços com o sumo de limão, um pouco de água (as maçãs deviam de ficar tapadas de líquido), o açúcar e a casca de limão.

PS:Talvez que saiba bem como acompanhamento para carne. Eu comi como prato principal e adorei.

terça-feira, fevereiro 26, 2008

Cookies de Chocolate Branco e Sementes de Pampoilas / Cookies mit weißer Schokolade und Mohn



Ups - die hatte ich vergessen zu posten. Gemacht habe ich diese leckeren Cookies zwischen Weihnachten 2007 und Neujahr angeregt durch die Cranberry-Limetten-Plätzchen von der lieben Hedonistin. Also verzeiht die weihnachtliche Deko.
Das mit dem Einrollen sah nach Arbeit aus, so wurden es kurzerhand Cookies. Mohn und weiße Schokolade waren auch noch da, aber dafür keine Limetten und Cranberries. Und so erschuff ich Cookies mit weißer Schokolade und Mohn.
Die Cookies waren ratzfatz weg. Der Mohn ist hauptsächlich dabei, damit die Cookies nett ausschauen und die weiße Schokolade kommt durch. Sehr leckere Cookies, die es nicht nur an Weihnachten geben sollte.
Hier das Rezept:

Cookies mit weißer Schokolade und Mohn
Zutaten:
225 g Mehl
125 g Butter
75 g (Vanille-)Zucker
1 Ei
1 Prise Salz
geriebene weiße Schokolade soviel man will (ich habe für die Teigmenge 3 Blöcke/waagrechte Abschnitte von einer normalen Schokolade geraspelt)
Mohn, ungemahlen, soviel mal will (ich habe einen guten EL voll genommen)


Temperatur: 180 Grad (Ober-/Unterhitze), vorgeheizt
Backzeit: ca 10 Minuten

Zutaten für den Teig verkneten und eine Stunde kühlen. Kleine Kugeln mit den Händen formen und auf Backpapier legen. Die Kugeln werden etwas flach beim Backen.
Backen und genießen.

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Estas bolachinhas já eram para vos serem apresentadas na época do Natal passado, mas esqueci-me. Desculpem por isso a decoração da foto natalícia. Inspirada das bolachas de lima e cranberries da minha querida Hedonistin, eu decidi fazer as minhas. Como não tinha lima nem cranberries em casa e não me apetecia nada estar com o trabalho de enrolar a coisa, criei estas bolachas de chocolate branco e sementes de pampoilas.
As bolachas são super-macias, as sementes de pampoilas quase que só estão lá para parecerem bem, mas o sabor chocolate branco sobresai (quanto mais chocolate se utiliza mais as bolachinhas sabem a ele). Vale a pena fazê-las muitas vezes, sem ser Natal.
E aqui a receita:

Cookies de Chocolate Branco e Sementes de Pampoilas
Ingredientes:
225 g de farinha
125 de manteiga mole
75 g de açúcar incluíndo um pacote de açúcar baunilhado (7 g)
1 ovo
1 pitada de sal
3 filas com 3 a 4 quadradinhos de uma barra de chocolate branco normal (100g) p.ex. da milka (não foi o de culinária), ralado ou q.b.
1 colher de sopa de sementes de pampoilas

Forno: 180°, pré-aquecido
Tempo de cozedura: 10 minutos

Mistura-se todos os ingredientes bem e deixa-se em papel aderente por uma hora no frigorífico. Depois forma-se com as mãos bolinhas e põe-se em cima dum tabuleiro de forno forrado com papel vegetal. As bolas no forno começam a ficar um pouco chatas, por isso coloque as bolas com um pouco de distância uma das outras. Vão ao forno por 10 minutos.

quinta-feira, fevereiro 21, 2008

Porto - Fotos

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Hier ein paar Porto - Douro - Vila Nova de Gaia - Fotos, die ich in verschiedenen Jahren und mit verschiedenen Kameras geschossen habe. Entschuldigt die teilweise schlechte Qualität. Bei Flickr ha Vitor Oliveira, ein Portugiese, sehr viele Alben mit wundervollen Fotos von ganz Portugal erstellt. Hier könnt Ihr sehr schöne Fotos von Porto und hier von Vila Nova de Gaia anschauen.
Falls Ihr mal in Portugal sein solltet, dann lohnt es sich Porto anzuschauen. Lissabon ist nach dem großen Erdbeben von 1755 wieder erbaut worden und somit theoretisch eine junge Stadt. In Porto dagegen merkt man im Stadtkern, dass es sich um eine ältere Stadt handelt und sich sehr vom Lissaboner Stadtbild unterscheidet.
Das Wetter ist aber im Ende August und September leider nicht immer günstig für Fotos, wie man an meinen sieht: leicht nebelig bzw. wolkig. Es empfiehlt sich die Juni/Juli-Sonne und in den ersten zwei Wochen im August.
Mittlerweile werden Douro-Fluss-Fahrten angeboten mit Übernachtungen und Portwein-Degustationen.
Ich habe lediglich die Rundfahrt der 5-Brücken* gemacht - ohne Portwein - sehr beeindruckend.

*Brücke heisst auf portugiesisch PONTE; Ponte Dom Luís I., Ponte de D. Maria Pia, Ponte da Arrábida, Ponte do Freixo, Ponte do Infante
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Aqui encontram -se algumas fotos das minhas poucas idas ao Porto. O tempo nem sempre estava a favor e as fotos foram tiradas com várias máquinas fotográficas. Espero que gostem!

Blog Event XXXII: Portwein / Vinho do Porto



Die liebe Zorra hat mich eingeladen den nächsten Blogevent zu organisieren und ich hab doch glatt angenommen. Es sind mir gleich viele Themen eingefallen was für meine Entscheidungsschwierigkeit nicht wirklich gut war. Aber dann kam der Heureka-Effekt und ich wußte, dass ich als Portugiesin die Gunst der Stunde nutzen müßte und ich entschied mich für den PORTWEIN (auf portugiesisch: Vinho do Porto).


(das sind meine Lieblings-Logos: Ramos Pinto und Sandemann)

Wie der Name schon verrät, kann echter Portwein nur aus Portugal kommen und muß gemäß des Instituto do Vinho do Porto bestimmte Kriterien erfüllen um sich so nennen zu können und den Siegel zu erhalten. Um genau zu sein aus dem Douro-Tal im Norden Portugals. Dieses Gebiet ist von der Unesco 2007 zum Weltkulturerbe ernannt worden und ist die zweiälteste urkundlich (1756) bekannte Weinregion (Demarkationsregion) der Welt.



Die Weinregion ist in drei Sektoren unterteilt, die sich klimatisch voneinander unterscheiden und daher auch jeweils unterschiedliche Portweine hervorbringen.
- Baixo Corgo (von Barqueiro bis Régua auf der rechten Seite und links von Barrô bis in der Nähe von Vila de Armamar): 28% des gesamten Territoriums; hohe Feuchtigkeit und geringer Temperaturwechsel erwirken mehr größere Mengen an Wein; große Rebflächen aber selten; dominant ist die Produktion junger Weine (85% des Marktes).
- Cima Corgo (rund um die Stadt Pinhão):Im Zentrum des Weingebiets, liegt nur ein wenig östlicher als Baixo Corgo - trotzdem ist das Klima erheblich trockener und das bewirkt, das hier mehr Qualitätsweine erzeugt werden (Hier sind die berühmten Quintas der Spitzenerzeuger angesiedelt.).
- Douro Superior (von São João da Pesqueira bis zur spanischen Grenze): der östlichste Bezirk, der nicht einmal 5 % der Produktion liefert, da schwer zugänglich. Es gibt wenige Quintas, die aber auf großem Areal arbeiten.

Quinta ist die Bezeichnung für ein Weingut, doch nicht alle Weingüter werden Quintas genannt, warum auch immer. Nach Schätzungen gehören 1500 bis 2000 der 80 000 registrierten Weinproduktions-Unternehmen zu Quintas.



Über 80 Rebsorten sind heutzutage in der Region Douro zu finden. Rund die Hälfte davon ist für die Herstellung von Portwein zugelassen und in die Kategorien empfohlen, erlaubt und toleriert unterteilt.
- Bei roten Portweins: Tinta Barroca, Touriga Francesca, Touriga Nacional (sie ist die hochwertigste Portweinrebsorte), Tinta Roriz, Tinta Amarela und Tinto Cão. Zugelassen sind ebenfalls die Sorten Bastardo, Cornifesto Tinto, Donzellinho do Castello, Mourisco Tinto, Sousão und Tinta Francisca.
- Beim weißen Portwein: hauptsächlich die Rebsorten Malvasia Fina, Codega und Rabigato. Zugelassen sind ebenfalls die Sorten Donzelinho Branco, Esgana Cão, Folgasão, Gouveio, Malvasia Rei, Moscatel und Viosinho.



Geschichtlich gesehen gibt es Belege aus der Bronzezeit für Weinbau in der Douro-Region. Zur Zeit der römischen Besatzung dehnte sich der Weinbau aus und ab Beginn des 2. Jahrhunderts häufen sich die Quellen, die von einer recht intensiven Weinkultur zeugen. Anfänglich sprach man vom Vinho de Lamego, da die Stadt Lamego damals das Weinbauzentrum war.



Erste Aufzeichnungen stammen ebenfalls aus dem 13. Jahrhundert. Beliefert wurden damals schon Frankfreich und im 14. Jahrhundert finden sich Belege für den Export nach Brügge, Rouen und Honfleur. Die wichtigsten Handelspartner waren aber die Engländer (auch bei Madeira, Sherry und Marsala). Die Stadt Porto (auf englisch: Oporto; Bedeutung: Hafen) wird 1318 in englischen Dokumenten im Rahmen des Weinhandels erwähnt und 1353 regte ein Abkommen, nach dem die Portugiesen gegen Lieferung u. a. von Lamego-Wein vor den Küsten Englands fischen durften, den Weinhandel an. Das führte dazu, dass in der zweiten Hälfte des 17. Jahrhunderts einige englische Handelsleute sich in Porto ansiedelten und die ersten britischen Portweinfirmas gründeten. Der Lamego-Wein wurde in Vinho do Porto – Wein aus Porto – Portwein umbenannt (1675).
Einen gewaltigen Aufschwung erfuhr der Export von Portwein nach England, weil die Qualität des Weines sehr geschätzt wurde und diese durch den Krieg gegen Frankreich (Pfälzischer Krieg 1688-97 u. Spanischer Erbfolgekrieg 1701-13/14 – Allianz England/Portugal) schwer an französische Weine kamen. Die Ausfuhren explodierten von rund 700 Pipas (Fässer) pro Jahr gegen Ende des 17. Jh. auf bis zu 19.000 Pipas in der ersten Hälfte des 18. Jahrhunderts, für immer höhere Preise. 1703 erlaubte der Methuen Vertrag, dass der Wein zu geringem Zoll nach England importiert werden durfte. Die lange Reise nach England führte oft dazu, dass der Wein bereits schlecht und unbrauchbar war. Die Lösung war das Zutun von neutralem Alkohol bzw. Brandy während der Gährung, die so gestoppt wurde. Der Wein war süßer, war aber länger haltbar. Der Portwein war geboren.



Der Anbau blieb in portugiesischer Hand, der Exporthandel jedoch war zum größten Teil von Ausländern übernommen worden. Nach und nach siedelten sich ausländische Handelsfirmen an der Mündung des Douro auf der Vila Nova de Gaia-Seite an, deren Lagerhallen (Caves) noch bestehen. Noch heute zeigen die Namen vieler traditionsreicher Portweinhäuser ihren britischen (Graham’s, Forrester, Warre’s, Taylor, Cockburn, Sandeman, Croft)/deutschen (Kopke, Burmester, Andresen) /niederländischen (Niepoort) Ursprung.
Die Folge der großen Nachfrage war die Vergrößerung der Rebflächen und natürlich das Aufkommen von Betrügereien. Immer mehr minderwertige Weine aus anderen Gebieten wurde eingeschmuggelt und dadurch sank die Qualität des Douro-Weines bzw. sein Ruf. Wirtschaftlich gesehen kam es zum Fall der Nachfrage und somit sank auch der Preis, die Weinberge wurden nicht mehr gepflegt und Armut breitete sich in der Region aus.
Eine strikte Kontrolle war gefragt und zur Mitte des 18. Jahrhunderts, 1756, wurde die Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro(=C.G.A.V.A.D., General Company of Viticulture of the Upper Douro) von führenden Produzenten und der Initiative des Premierministers Sebastião José de Carvalho aka Marquês de Pombal, geschaffen. Die Satzung regelte die Garantie der Qualität des Weines, die Kapitalbildung, grenzte das Gebiete ab und legte auch die gestaffelten Preise fest. Ebenfalls wurden Strafen für Betrügereinen bzw. Fälschungen angedroht und auch der Verkauf des Brandys lag in den Händen der Companhia. Zum Einatz kamen erstmals die berühmten Barcos Rabelos, die den Wein Douro-abwärts Richtung Meer wo die Caves (Weinkeller) in Vila Nova de Gaia waren, transportierten.




(http://drvino.com/wp-content/uploads/2007/09/dourobend.jpg)
Zischen 1851 und 1883 wurden die Reben von Mehltau und Phylloxera heimgesucht. Es mussten amerikanische Rebstöcke verwendet werden, damit der Bestand sich erholen konnte und zur Jahrhundertwende den ehemaligen Stand wieder erreicht hatte. Trotzdem ließen sich zu dieser Zeit etwa Portweinhändler nieder, u. a. Calém (1859).
1933 wurde die Casa do Douro gleichzeitig mit dem Instituto do Vinho do Porto gegründet, die nun und bis heute die Qualität der Portweine überwachten und die Menge kontrollieren, die auf den Markt kommen soll. Die verfügbare Menge sollte niedrig gehalten werden, der Preis dadurch hoch.
Salazar setzte während seiner Diktatur Genossenschaften ein, die erst 1986 durch die Vereinigung der Produzenten und Selbstabfüller abgeschafft wurden.

Den typischen Portweingeschmack erhält der Wein, genau wie alle anderen Likörweinen, durch die Zusetzung eines hochprozentigen (ca. 70 - 80%) Weindestillats/Weinalkhols, das die Gärung stoppt („Aufspriten“). So wird nicht nur die Süße erhalten, sondern macht den Portwein auch alkoholhaltiger als normale Weine. Bei einem Alkoholgehalt zw. 19 und 22% ist er länger lagerfähiger.
Jeder Portwein lagert mindestens 2 maximal 6 Jahre in einem großen Fass in dem er wenig atmet und lansgam altern bzw. reifen kann. Nach frühestens 2 Jahren wird die erste Verkostung vorgenommen um die weitere Verwendung des Weines zu entscheiden. Je nach Weinqualität (abhängig vom Jahrgang) wird der Wein entweder gleich in dunkle Flaschen oder kleine Fässer, um weiter zu reifen, umgefüllt.
Die Unterscheidung der fertigen Portweine erfolgt aufgrund von der Farbe (White Port, Ruby Port, Tawny Port ) und Qualität und Lagerungsart (Old/Aged Tawny, Colheita, Vintage Port , Late Bottled Vintage Port, Vintage Character Port/Crusted Port, Reserve, Garrafeira, Single Quinta).




PS: Es gibt sogar einen Portwein-Blog unter Uns Foodies, der von Gerd, einem (anscheindend) passionierten Portugal und Portwein-Fan geführt wird.
PS2: Die Banners gibt es hier. Vielen Dank an Zorra für ihre Kreativität!

Fotos im August 2000 geschossen auf einem Ausflug von Cinfães bis nach Pinhão.


Nachtrag: Ich trinke leider gar keinen Wein und daher kenne ich mich nicht wirklich aus. Einen Port gönne ich mir ab und zu, aber sehr selten. Bei einer Port-Degustation in Vila Nova de Gaia habe ich zum ersten Mal einen weißen Port getrunken und war überrascht, wie viel besser er mit schmeckt, als der Rote.
Im Grunde genommen, kommt es darauf an was man trinken und wieviel man ausgeben will.
Rote Portweine gibt es bei uns bereits ab 7,- Euro, meistens junge Tawnies/Rubies. Wenn man einen besseren will, also nicht nur zum Kochen sondern auch zum Trinken, dann sollte man um 20,-Euro und mehr rum eine Flasche kaufen.
Wenn Vintage Port, Reserva oder Garrafeira dabei steht, dann hat man zwar einen super Portwein, aber auch einen teuren.
Die Marken, die ich hier schon gesehen habe sind: Sandemann (gibt’s auch Sherry von), Graham’s, Fonseca, Calém, Ramos Pinto und Burmester. Online bekommt man aber so einiges, wie ich gerade gegoogelt habe (z. B. hier oder hier).
Wenn Quinta dabei steht, dann handelt es sich um einen Portwein aus einem kleineren Weingut.
Von Kattus gibt es Koch-Weinliköre, u. a. auch Portwein, in einer kleinen Flasche (ich glaube ca. 0,25 l) für fast 3,- Euro. Den habe ich aber noch nie probiert, müsste aber ein Portwein-Verschnitt sein, qualitativ aber für Saucen akzeptabel.
So mehr weiss ich leider wirklich nicht :-(.



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Meninas e meninos blogueiros,
chegou a minha vez de escolher um tema para o Blog-Evento XXXII. A querida Zorra do Blog Kochtopf, do qual eu já falei algumas vezes por causa desses Blog-Eventos (v. Currysugo, Dia dos Namorados, Noz), convidou-me e é claro que tinha que escolher algo português!!! Optei pelo Vinho do Porto. Para entendios não preciso dizer muita coisa, mas quem quiser saber mais sobre a história e a produção do licor de vinho, pode ler aqui tudo (também foi a minha fonte).
Gostava – não adorava, se vocês aí pela net fora participassem!
É fácil.
1. Têm que cozinhar algo especial, tradicional ou não, gostoso, doce ou salgado, quente ou frio que contenha Vinho do Porto.
2. Tirem fotografia(s) e ponham-a(s) no vosso blog com a receita (se possível em inglês, senão eu traduzo para alemão-é só dizerem-me)
3.e anotem o link do vosso post aqui como comentário (ir a Add Comment/ pôr o vosso nome em Name, o endereco do vosso site em URL, e onde está a dizer TEXT coloquem o link do post da receita)
4. até dia 15. 03. 08 à meia-noite. E não se esqueçam de colocar um dos banners no vosso blog. Estão também aqui e foram feitos pela querida Zorra (a foto tirei eu - ela fez o resto). Obrigada!

Portanto, mãos à obra :-)