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quarta-feira, dezembro 03, 2008

Blog-Event XLI: Gnocchi alla Nysa con Scarmorza Affumicata

Blog-Event XLI - Räuchern gestattet

Puh... mal wieder etwas Schwieriges für mich! Véronique steht auf Geräuchertes und wählte dies zu Freude anderer, aber meinem Leid als Thema.
Gerne erzähle ich von meinem rauchigem Leid. Geräucherter Schinken oder Lachs gehört nicht zu meinem Lebensmittelkontigent. Das nicht mehr in manchen Restaurants geraucht wird, empfinde ich als sehr angenehm. Menschen, die aus der U-Bahn steigen und noch auf der Rolltreppe ihre Zigarette anzünden, begegne ich mit einem Ich-Töte-Dich-Blick. In Portugal sitzt man meistens im Winter am offenen Kaminfeuer (da Zentralheizung nicht wirklich verbreitet ist) und bei einem Weihnachtsurlaub da fühlte ich mich danach geräuchert - jedenfalls roch ich so.
Aber in diesem Sommerurlaub im September, da saß ich beim Frühstücken neben meinem liebsten Opa (82 Jahre alt) am offenen Kamin. Früh morgens ist es etwas kalt und die Wärme war genau richtig. In der Glut macht er immer den Kaffee und toastet Brot, denn so mag er es am liebsten. Und das... war wunderschön!



Zurück zum Thema: Scamorza Affumicata. Dieses Jahr das erste Mal probiert und gleich gemocht. Die Idee kam dann spontan und es folgte das Bild, in dem leckere Gnocchi in einer Tomatensauce gratinieren mit Scamorza und Basilikum-Pesto.
Habe im WWW nach dem Rezeptnamen gesucht, aber keinen gefunden. Daher improvisatorisch Gnocchi alla Nysa con Scamorza Affumicata genannt. Hört sich gut an und hat auch gut geschmeckt, auch wenn die Gnocchi (beim L..., im Kühlregal, die schmecken hervorragend) gekauft waren (das nächste Mal mit Selbstgemachten - Frau L.'s Rezept, versprochen).



Gnocchi alla Nysa con Scamorza Affumicata
1 Packung frische Gnocchi, etwas vorgekocht
Tomatensugo mit Basilikum (Tomaten, Zwiebeln, Olivenöl, Basilikum)
Sahne
Scamorza, geräuchert
Basilikum-Pesto (Basilikum, Pinienkerne, Grana Padano, Salz, Pfeffer, Olivenöl)
Olivenöl

Etwas Olivenöl in eine ofenfeste Form gießen, so daß der Boden eingefettet ist. Die etwas vorgekochten (nur 2 Minuten) Gnocchi darauflegen. Den Tomatensugo darüber gießen. Der Sugo sollte ein bißchen noch flüssig sein und mit Sahne verfeinert, damit die Gnocchi im Ofen fertigkochen können. Den Scamorza schälen und auf den Gnocchi platzieren. Kleine Häufchen frisch-gemachten Pesto über das Ganze geben.
Zum Gratinieren in den Ofen.

Anmerkung: Sehr, sehr einfacher Beitrag zum Event. Doch Geschmack ist himmlisch! Mit einem Salbei-Blatt garniert, da keine schönen Basilikumblätter übrig waren. Finger rochen nach Rauch nach dem Scamorzaschälen.



Mais uma vez foi um pouco difícil para mim. A Véronique gostas de coisas fumadas e escolheu este tema para o Evento LXI. Bom para uns, mal para mim.
Vou contar-vos do meu sofrimento fumado. Adoro restaurantes não-fumadores. Há pessoas que ao saírem do metro nas escadas rolantes já acendem o cigarro e eu olho-lhes com um olhar-que-mata. Em uma das poucas vezes que passei o Natal em Portugal e tive que me sentar à noite à lareira por causa do frio, senti-me defumada – pelo menos tudo em mim cheirava a fumo.
Mas Setembro passado, nas minhas férias em Portugal, tomei o meu pequeno almoço bem cedinho junto do meu avô (82 anos) mais querido à frente da lareira. De manhãzinha já faz frio e o meu avô adora fazer o café nas brasas e tostar fatias de pão caseiro assim. E digo-vos… adorei!




Voltando ao assunto: Scamorza Affumicata - um queijo italiano defumado. Provei-o este ano pela primeira vez e gostei logo. A idéia surgiu depois espontânemente e segui-se a imagem de Gnocchis em Molho de Tomate, gratinados com Scamorza e Pesto de Manjericão.
Procurei na WWW pelo nome, mas não encontrei. Assim, com muito improviso, chamei a esta delícia Gnocchi alla Nysa con Scamorza Affumicata. Soa bem e soube ainda melhor, mesmo se os Gnocchis não foram feitos por mim (comprei no L..., em Portugal ainda não vi; para a próxima vou fazê-los segundo uma receita da esposa do Robert , que os faz com um pacote de puré de batata).




Gnocchi alla Nysa con Scamorza Affumicata
1 pacote de Gnocchi frescos, um pouco já cozidos
Molho de Tomate com Manjericão (tomates, cebolas, azeite, manjericão)
Natas
Scamorza, defumado
Pesto de Manjericão (Manjericão, Pinhões, Azeite, Sal, Pimenta, Parmesão)
Azeite

Põe-se um pouco de azeite no fundo duma forma de ir ao forno. Deita-se os gnocchis, pré-cozidos (ca. 2 minutos) na forma e derrama-se o molho de tomate, com um fio de natas, por cima. O molho devia ainda estar um pouco líquido para que os gnocchis continuem a cozer. Depois descasca-se o scamorza e corta-se às fatias para pôr por cima dos gnocchis. Por fim põe-se pequenas porções (tirados com a colher de chá) de pesto por cima de tudo.
Vai ao forno para gratinar.

Nota: Receita um pouco simples para o Evento. O sabor é divinal! Está decorado com uma folha de salvia, pois já não havia uma de manjericão. Os dedos cheiraram a fumo depois de descascar o Scamorza.

domingo, novembro 30, 2008

1. Advent: Pfannkuchen-Auflauf / 1. Advento: Cannellonis de Panquecas recehadas



Der 1. Advent - und ich hab immer noch keine Plätzchen gebacken. So sind wenigstens dann noch ein paar zu Weihnachten da.
Auch ohne Plätzchen sollte heute Mittag was gutes auf den Tisch auf meinen neuen Tellern stehen und da fiel mir der Pfannkuchen-Auflauf von Eva (mal wieder ;-)) ein, der mir damals sofort aufgefallen ist. Petra hat ihn zwischenzeitlich auch schon gemacht. Bei ihnen heißt er vornehm Crespelle-Auflauf. Bei mir ist es ein simpler Pfannkuchen-Auflauf und ich würde wegen der von mir zusammengebastelten Hackfleisch-Mais-Füllung, fast sagen mexikanischer Art - aber nur fast. Wie dem auch sei - gut schaut es aus auf meinem Weihnachts-Rentier-Teller, findet ihr nicht? Und gut hat es uns auch geschmeckt. Die Adventszeit kann beginnen...



Pfannkuchen-Auflauf
Inspiration: hier

Pfannkuchenteig:
Milch
2 Eier
Mehl
Butter zum ausbacken

Hackfleisch-Mais-Füllung:
Hackfleisch (halb Schwein, halb Rind)
Zwiebel
1 Döschen Mais
Tomatensaft
Tomatenmark
Ketchup
Salz, Pfeffer
Knoblauchpulver
Tomatensalz
Muskatnuss
Speiseöl

Für den Auflauf
Butter für die Auflaufform
Sahne
Emmentaler, geraspelt
restl. Mais



Pfannkuchen:
Die habe ich immer bis jetzt π mal Daumen gemacht. In einer Schüssel die 2 Eier verquirlen. Mehl dazugeben, so daß eine dickliche Masse entsteht. Dann nach und nach die Masse wieder etwas verflüssigen, in dem man Milch hinzugibt und weiterrührt.
In einer Pfanne die Pfannkuchen in etwas Butter ausbacken.

Hackfleisch-Mais-Füllung:
Die Zwiebel in Würfel schneiden und in einer Pfanne mit etwas Speiseöl anbraten. Das Hackfleisch dazugeben und auch etwas anbraten. Das Fleisch mit den oben aufgezählten Gewürzen je nach Gusto würzen und dann den Tomatensaft hinzugeben und einkochen lassen. Tomatenmark, Ketchup und Mais (etwa 1 Esslöffel voll behalten) fast zum Schluss hinzufügen und abschmecken.

Auflauf:
Die Auflaufform etwas buttern. Die Pfannkuchen mit der Füllung füllen und zusammenrollen. In der Form neben einander hinlegen. Ganz wenig Sahne drüber geben, den Emmentaler und den restl. Mais. Im Ofen gratinieren für ca. 15 Minuten, bis der Käse eine schöne Farbe angenommen hat.



Chegou o primeiro Advento e eu ainda não fiz os meus biscoitinhos de Natal. Bem, assim pelo menos ainda tenho algumas quando for Natal.
Mesmo sem os biscoitinhos, eu queria servir hoje algo especial nos meus pratinhos novos com a rena e eu lembrei-me destas panquecas gratinadas que vi no blog da Eva. A Petra também já os fez e eu lembro-me de ter visto esta receita ou algo parecido no ano passado em alguns blogs portugueses. O meu recheio inventado quase que podia ser mexicano por causa da mistura da carne moída e o milho. Chamo-lhe Cannellonis de Panquecas Recheadas e posso dizer, que foi muito saboroso.




Cannellonis de Panquecas Recheadas
Inspiração: aqui

Massa para as panquecas:
Leite
2 Ovos
Farinha
Manteiga para a frigideira

Recheio de Carne Moída :
Carne Moída, (metade de porco, metade de vaca)
Cebola
1 latinha de Milho
Sumo de Tomate
Concentrado de Tomte
Ketchup
Sal, Pimenta
Alho em pó
Sal de Tomate
Noz Moscada
Óleo vegetal

Para o Gratinado:
Manteiga para untar
Natas
Queijo para gratinar, usei Emmentaler
Milho

Panquecas:
Sempre fiz a massa para as panquecas sem medir os ingredientes. Numa tigela bate-se os ovos e junta-se a farinha até se ter uma massa grossa. Depois vai-se adicionando o leite pouco a pouco até a massa ficar mais líquida. Mas não pode ficar muito líquida.
Faz-se as panquecas na frigideira, uma a uma, em manteiga.

Recheio de Carne Moída e Milho:
Pica-se a cebola e frita-se numa frigideira num pouco de óleo. Junta-se a carne moída e deixa-se fritar um pouco também. Tempera-se com as especiarias conforme o gosto e junta-se o sumo de tomate. Deixa-se cozer assim para apurar. Um pouco antes, junta-se um pouco de concentrado de tomate, o ketchup e o milho. Reserva-se uma colher de sopa do milho. Tempera-se mais uma vez e deixa-se ao lume, até não haver líquido quase nenhum.

Gratinado:
Unta-se o pyrex/a forma. Põe-se o recheio nas panquecas e enrola-se para depois colocar um ao pé da outra na forma. Deita-se um pouco de natas por cima, o queijo e o resto do milho. Vai ao forno para gratinar.

sábado, novembro 15, 2008

Blog-Event XL: Happy Turkey Day: Süßkartoffel-Gratin mit Zwiebelchutney / Batata-Doce Gratinada com Chutney de Cebola



Blog-Event XL: Happy Turkey Day

Das war ja mal ein schwieriges Thema für mich. Habe mit Amerika wenig am Hut. Mit Thanksgiving auch nicht und so einen Truthahn hatte ich auch noch nie im Ofen.
Das "So kocht Amerika"-Buch, vor ca. 4-5 Jahren bei Aldi gekauft, sollte meine Rettung sein. Bisher hatte ich noch nie etwas aus dem Kochbuch gekocht, obwohl die Rezeptvielfalt und Aufteilung nach Staaten sehr ansprechend sind (ein Fall für DKduW???).
Ein Süßkartoffel-Gratin sollte es werden: Süßkartoffeln waren im Hause und ich mag sie am liebsten in dünne Scheiben geschnitten und frittiert, wie Chips. Gratins liebe ich auch noch. Perfekt!
Trotzdem musste ich das Rezept etwas abändern: das vorherige Kochen, wurde durch Kochen in Milch bereits im Ofen ersetzt; Ahornsirup gabs nicht und fand ich ausserdem unpassend, wenn doch Süßkartoffeln eh schon süß sind; Zwiebel-Chutney dazu kreiiert mit Quittenkonfitüre.
Eine gelungene winterliche Beilage! Das Chutney und die Zitrone im Rezept geben der Süßkartoffel den gewissen Pfiff und nehmen ihr die aufdringliche Süße.

Das Original-Rezept [mit meinen Veränderungen]:

Süßkartoffel-Gratin
Quelle: So kocht Amerika

Zutaten für 6 Personsen
1 kg Süßkartoffeln
80 g Butter
2 EL abgeriebene Zitronenschale
1/2 TL Salz
1 Msp. Paprikapulver edelsüß
1 Msp. Ingwerpulver
6 EL Ahornsirup [nicht benutzt]
2 EL Zitronensaft
[Milch]

Die Kartoffeln waschen und mit Schale in kochendem Wasser 12 Minuten garen. Anschließend abgießen, abkühlen lassen, schälen und in Scheiben schneiden [nicht gemacht, sondern: Kartoffeln geschält, in Scheiben geschnitten]. Eine Auflaufform mit 30 g Butter ausfetten. Die Kartoffelscheiben in mehreren Lagen einschichten. Zitronenschale, Salz, Paprika- u. Ingwerpulver mischen und jede Lage damit würzen [habe ein großes Glas mit Milch gefüllt, die Gewürze dazugeben und mit der Milch gut vermischt; ausserdem Pfeffer hinzugefügt. Die Milch über die Kartoffeln gegeben, bis sie fast mit der selben abgedeckt waren]. Die restliche Butter in Flöckchen darauf geben und das Ganze im vorgeheizten Backofen bei 200 Grad ca. 20 Minuten backen [hat auch bei mir gereicht, da Scheiben dünn waren]. Sofort servieren.

Zwiebelchutney
(Zutaten nicht abgemessen)
2 Zwiebeln in dünne Scheiben geschnitten
Agavensirup
Balsamico-Essig
Quittenkonfitüre
Salz
Pfeffer
Olivenöl

Die Zwiebeln in Olivenöl etwas anbraten. Konfitüre hinzugeben, gefolgt vom Sirup, dem Balsamico und etwas Wasser. Das ganze köcheln lassen, bis die Flüssigkeit mit den Zwiebeln eingedickt ist. Mit Salz und Pfeffer würzen. Evtl. noch etwas Balsamico hinzugeben, für die Säure.



Deste vez este evento logo à partida pareceu-me um pouco difícil para mim. Não tenho nada haver com América. Com Thanksgiving também não e nunca tive um perú inteiro no forno.
O livro "So kocht Amerika (América cozinha assim)", comprado há ca. ca. 4-5 anos no Aldi foi a minha salvação. Até agora nunca fiz nada dele, embora tenha receitas boas dividas em regiões.
Decidi fazer o Gratinado de Batata-Doce: adoro batata-doce frita tipo batata frita do pacote e por acaso até tinha batata-doce em casa.
Mesmo assim modifiquei a receita, pois acho que o Maple Syrup ia deixar tudo doce de mais. E não me apeteceu cozer a batata antes. Juntei leite para a cozedura no forno. Para finalizar o prato fiz um Chutney de Cebola feito com o Doce de Marmelos , que combina perfeitamente com o doce da batata e desenjoa.
Um acompanhamento perfeito!!!


Gratinado de Batata-Doce
Fonte: So kocht Amerika

Ingredientes para 6 pessoas
1 kg de batata-doce
80 g de manteiga
2 colher de sopa de casca de limão ralada
1/2 colher de chá de sal
1 ponta de uma faca de pimentão
1 ponta de uma faca de pó de gengibre
6 colheres de sopa de Maple Syrup [não usei]
2 colheres de sopa de sumo de limão
[leite]

Lava-se as batatas e coze-se com a casca em água a ferver durante 12 minutos. Depois despeja-se a água, deixa-se as batatas arrefecer, descasca-se e corta-se às rodelas [não fiz: descaquei as batatas e cortei-as em rodelas]. Unta-se a forma com 30 g de manteiga. Dispõe-se as rodelas na forma. Mistura-se a casca de limão, o sal, o pimentão e o gengibre e tempera-se as batatas [pus leite q.b. num copo grande, misturei as especiarias com ele e despejei por cima das batatas, até estarem quase cobertas; juntei pimenta]. Põe-se o resto da manteiga em cima de tudo e vai ao forno pré-aquecido. Coze durante 20 minutos (200°) [não precisei de mais, pois as rodelas eram finas]. Serve-se logo.

Chutney de Cebola
(não medi os ingredientes)
2 cebolas cortadas em rodelas finas
Xaropoe de Agave
Vinagre Balsamico
Doce de Marmelos
Sal
Pimenta
Azeite

Frita-se a cebola um pouco em azeite. Junta-se o doce, o xarope e o vinagre balsamico com um pouco de água. Deixa-se cozinhar até os líquidos ficarem cremosos. Temperar com salz e pimenta e talvez juntar mais um pouco do balsamico.


segunda-feira, novembro 03, 2008

Kartoffel-Kürbis-Gratin / Gratinado de Batata e Abóbora



Kürbis die 3. (die 1., die 2.). Ja, es ist Kürbiszeit und ich habe ihn lieben gelernt. Es geht schon soweit, dass ich mir den Kopf darüber zerbreche, wie ich ihn für die nicht-Kürbiszeit einfrieren kann.
Diesmal in einer sehr einfachen Zubereitung, trotzdem sehr essenswert. Meine Meinung ist aber subjektiv, da ich ja (fast) alles mit Käse Gratiniertes esse.

Kartoffel-Kürbis-Gratin
(3-4 Portionen)
5 große Kartoffeln, geschält, in 2-3 mm Scheiben geschnitten
halber mittelgroßer Kürbis (Hokkaido), entkernt, geschält, klein geschnibselt
Sahne
Knoblauchpulver (wollte keine Knoblauchzehen nehmen, da ich keinen intensiven Knoblauchgeschmack haben wollte)
2 Prisen Muskatnuss, gemahlen
Salz, Pfeffer
Gratinkäse

In einer Auflaufform zuerst den Kürbis, dann die Kartoffel verteilen. Sahne (gerne auch halb Sahne, halb Milch) darübergeben, bis das Gemüse fast abgedeckt ist. Mit den Gewürzen abschmecken und alles gut vermischen. In den Ofen geben zum Gratinieren. Wenn man sieht, dass das Gemüse fast gar ist, streut man etwas Gratinkäse drüber und läßt in gold-braun werden.

Anmerkung: Hat mit einem Salat als Hauptgericht gediehnt - gerne wieder ;-)



Abóbora, a 3ª vez (a 1ª., a ). Sim, é tempo de abóbora e eu comecei a adorar este legume. Adoro tanto, que só penso em como congelá-lo para ter sempre abóbora em casa.
Desta vez fi-lo bem simples, mas ficou bem gostoso neste gratinado. Confesso, porém, que sou uma suspeita, pois como (quase) tudo, o que for gratinado com queijo.

Gratinado de Batata e Abóbora
(3-4 porções)
5 batatas grandes, descascadas, cortadas em rodelas de 2-3 mm de grossura
metade duma abóbora de tamanho médio (Hokkaido), sem sementes, descascado, cortado em fatias ou cubos pequenos
natas
alho em pó (não quis usar alho fresco, pois não queria ter um sabor forte)
2 pitadas de noz moscada, moída
sal e pimenta
queijo para gratinar

Primeiro põe-se a abóbora, depois a batata numa forma pyrex de ir ao forno. Derrama-se as natas por cima (também se pode pôr metade de natas, metade de leite), até os legumes estarem quase cobertos. Tempera-se com o sal, a pimenta e a noz moscada e mistura-se bem. Vai ao forno para gratinar. Quando os legumes estiverem quase prontos, espalha-se um pouco do queijo por cima e deixa-se alourar.

Nota: com uma salada serviu de uma refeição – vale a pena repetir!!!

sexta-feira, outubro 24, 2008

Börek, die 2. / Börek, a 2ª

Wie hier gemacht, nur besser geschichtet ;-).
Feito com aqui, mas desta vez com melhor ordenação da massa filo ;-).






domingo, junho 15, 2008

Conchiglie alla Fiorentina (receita emprestada / nachgemacht)



Ich sitz grad in der Arbeit (aber nicht lange), es ist Sonntag morgen (grummel :-s), die Sonne scheint und es ist arbeitstechnisch nichts los. Daher ergreife ich die Gunst der Stunde und blogge mal wieder. Der Eintrag läuft wie so oft unter der Kategorie "Nachgemacht", aber das ist vollkommen ok, da sich dieses Pasta-Rezept sowas von lohnt.



Gesehen habe ich das Rezept bei Petra und sie hat es von Crockyblog. Die Nudeln hatte ich zufälligerweise schon vor dem Rezept eingekauft und es waren deswegen keine Riesenmuschelnudeln, sondern die einfachen in einer tri-colore-Farbe. Das Füllen gestaltete sich etwas mühsam (so ganz ohne Hilfe) und es gab auch eine widerspenstige (geschlossene) Muschelnudeln (s. Foto weiter unten).
Es hat sehr sehr sehr gemundet und die kleineren Muscheln war doch sehr sehr mundgerecht.
Ich frage mich nur, warum denn ein Ei in die Füllung (s. Foto unten) rein muss. Bei soviel Käse sollte sich doch eine durchgehend einheitliche Füllung während des Backens ergeben.



Das Rezept gibt es hier.
PS: Falls es jemand interessiert... das Rezept ist von Nigella :-)



É Domingo de sol - estou no trabalho, mas não para muito tempo :-)- não há nada para fazer aqui e eu aproveito para postar aqui uma receita espectacular. É mais uma vez uma receita emprestada (sem eu perguntar se posso :-)), mas de momento não há cabeça para experimentar coisas completamente novas. Assim vou fazendo as receitas aprovadas de outros blogs.



Vi a receita no Blog da Petra e ela tirou-o do Crockyblog. .
Meninas e meninos isto vale a pena, embora eu ter utilizado a massa-concha pequena, pois já tinha o pacote em casa antes e nem sonhava sequer com esta receita maravilhosa. Assim o encher da massa custou um pouco e ainda por cima houve algumas conchas que não quiseram mesmo (ver foto). O lado positivo das conchas pequenas foi que passavam perfeitamente na boca :-)



(die Füllung / o recheio)

Vamos então à receita para 8 porções:

Conchiglie alla Fiorentina
1 cebola, picada
1 dente de alho esmagado
2 colheres de azeite
ervas secas italianas (usei apenas manjericão seco), uma pitada de açúcar, sal
1 kg de molho/polpa de tomate (ou tomates frescos para fazer o molho)
500 ml de água
500 g de espinafre congelado, descongelar e cortado graudamente
250 g de queijo ricotta
1 ovo
100 g de parmesão ralado (usei queijo emmentaler ralado para pizza, gratins)
sal e pimenta
250-400 g de massa tipo conchas gigantes/jumbo




1. Fritar um pouco a cebola e o dente de alho numa frigideira com o azeite e juntar os tomates (polpa/molho ou frescos) com a água e os temperos (ervas secas, sal, pimenta e o açúcar). Deixar cozinhar sem tampa por 25 minutos.
2. Enquanto isso espreme-se para o recheio o espinafre descongelado muito bem, corta-se um pouco e mistura-se numa tigela com o ricotta, o ovo e metade do queijo ralado. Temperar com sal e pimenta. Recheia-se então as conchas.
3. Ligar o forno (180°). Deita-se o molho de tomate (deveria ser um molho bem líquido pois no forno a massa vai ensopar muito para cozer) num pyrex e coloca-se as conchas recheadas uma a uma bem juntinhas no pyrex (eu pus primeiro as conchas no pyrex, pois achei mais fácil – não ficam tão bonito, pois pode ir molho para cima das conchas, o que foi o meu caso). Coloca-se papel de alumínio por cima e vai ao forno assim por 40 minutos.
4. Depois dos 40 minutos tira-se o pyrex do forno e espalha-se o resto do queijo ralado por cima. A massa vai então novamente ao forno por mais 10 minutos até o queijo derreter.




Nota: Uma receita muito boa e fácil de fazer quando se tem as conchas gigantes. A receita é da Nigella. Vou fazer mais vezes e uma delas vou experimentar sem o ovo. Acho que o recheio tem queijo que chegue para ficar na mesma tudo ligado.

domingo, junho 08, 2008

Rosca de Queijo Emmentaler e Começo do EURO2008 / Gougère Emmentalois von La Mia Cucina und EURO2008-Beginn



Liebe LeserInnen, leider wird es im Monat Juni nicht besser ausschauen mit meinen regelmäßigen Einträgen bzw. Kommentation Eurer Beiträge. Ab Juli sollte aber wieder Normalität im Café da Nysa eintreten.
Nichtsdestotrotz ließ ich es mir gestern nicht nehmen und habe mir das 1. Portugal-Spiel (diesmal ohne meinen Figo :-()in der Lisboa-Bar (Stadtteil Haidhausen)in voller Montur (Portugal-Schal und Portugal-T-Shirt) angeschaut.



Das erste EM-Spiel war in Basel - Schweiz gegen Tschechien - und daher gild mein heutiger Eintrag Robert von La Mia Cucina, der bekanntlicherweise in Basel lebt und für die ganze EM-Zeit erstmal eine kleine Auszeit nimmt.



Nachgemacht habe ich seinen leckeren Gougère Emmentalois, da es lt. Robert "Ein deftiges Gericht für Käseliebhaber" sei.
Ich kann es jedem Käseliebhaber nur empfehlen, es schmeckt uns vorzüglich. Leider gabs nen kleinen Murks... irgend eine Zutat, ich glaube Wasser war es, habe ich falsch abgemessen (weil zu schnell Rezept gelesen :-() und somit wurde der Gougère etwas flach, also eher ein Emmentaler-Fladen :-) Trotzdem, dieses Rezept wird es öfters geben. Vielen Dank lieber Robert und halt die Ohren steif in Basel!



Das Rezept gibt es hier.
Am abend gab es den Gougère mit einem leckeren Salat (s. u.).


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Queridos/as leitores/as, infelizmente este mês vou continuar com fase de ausência no que diz respeito ao meu blog como à comentação dos vossos. A partir de julho era para tudo correr outra vez normalmente.
Apesar do stress, ontem não deixei de ver o primeiro jogo da nossa seleção no Euro 2008 no Lisboa-Bar (como o nome já diz, um bar-restaurante português), vestida a rigor (v. foto mais em cima).



O primeiro jogo ontem foi em Basel / Suiça e o meu querido amigo Robert do Blog La Mia Cucina mora mesmo lá no centro. Por isso o blog dele vai estar parado por uns tempos. Acho que moram mesmo onde vai haver os ecrãs gigantes e se fosse eu, também fugia!
Suiça perdeu, mas esta receita do Robert só ganhou cá em casa. Chama-se Gougère Emmentalois eu traduzi para Rosca de Queijo Emmentaler e é mesmo para amantes de queijo.
Eu realmente adorei e à noite comemos as fatias com uma salada fresca, o que combinou perfeitamente.
Ora como eu às vezes quero fazer tudo à pressa e li a receita rápido demais, houve um ingrediente (acho que foi água), que medi mal. Tive por isso que pôr mais farinha e a massa ficou um pouco mais líquida do que a do Robert. No intanto não inteferiu com o sabor.



Aqui vai a receita certa para 4 pessoas:


Gougère Emmentalois

75 g de manteiga
2 dl de água
½ colher de chá de sal
noz-moscada
200 g de farinha de trigo
4 ovos
150 g de queijo Emmentaler ou Greyerzer

1. Num tacho pôr a água, o sal e a manteiga a ferver e tempera-se com a noz-moscada. Deita-se depois a farinha peneirada duma vez no tacho e com uma colher de pau vai-se mexendo até que a massa se esteja a despegar do tacho.
2. Tira-se o tacho do lume e junta-se os ovos, um a um. Cada ovo deve estar completamente integrado na massa antes de se pôr o próximo. O último ovo abre-se à parte e mexe-se um pouco para a gema e a clara se misturarem. Desse ovo só se põe tanto quanto for necessário para que a massa não fique muito líquida. Cora-te o queijo em quadrados de 5mm e mistura-se metade com a massa. A massa vai agora para o frigorífico por 30 minutos.
3. Prepara-se um recipiente com um pouco de água quente e um tabuleiro de ir ao forno untado com manteiga e polvilhado de farinha (ou simplesmente forrado com papel vegetal). Com uma colher, que se vai molhando na água quente, forma-se uma rosca com a massa no tabuleiro e por fim espeta-se os restantes cubos do queijo.
4. Vai ao forno por 30-35 minutos (210°) até ficarm bem coradinho.

terça-feira, maio 27, 2008

Peynirli ve Ispanaklı Börek Teil I / Parte I



Es gibt einen portugiesischen Foodblog, den ich besonders gerne lese. Die "Inhaberin" ist Portugiesin Lídia, die über ihre nicht nur kulinarischen Abenteuer in Ankara, Türkeis Hauptstadt, schreibt und so ihren portugiesischen Lesern die türkische Kultur näher bringt.
In Portugal gibt es wenige oder fast gar keine Türken (aber die Mauren waren mal da :-)) und die Einführung des Döners, den ich bis jetzt nur in Lissabon gesehen habe, ist noch nicht so lange her.
Eigentlich sehr schade, da die türkische Küche, wie ich finde, durch ihre Würzigkeit einfach mehr Anerkennung erfahren sollte.
Hier in München, um den Hauptbahnhof bis zur Theresienwiese erstreckt sich ein Netz türk. Läden und Restaurants, die ein zahlreiches Angebot an Lebensmittel bzw. nicht nur Döner anbieten.
Börek esse ich besonders gerne, da es ihn in sehr vielen Geschmacksrichtungen gibt. So war es klar, daß ich Lídias Fetakäse-Spinat-Börek ausprobieren musste.
Leider habe ich den Börek etwas falsch geschichtet, da ich das Rezept zu schnell überflogen habe und zum Schluß nicht mehr hin wußte mit dem Yufka-Teig. Geschmacklich hatte die Tatsache, dass die Füllung nur ziemlich weit unten angesiedelt war keinerlei Auswirkungen gehabt, aber eine Wiederholung zur Perfektionierung wird folgen!!!



Nun zum Repezt: (Fotostrecke gibt es auf Lídias Seite, hier.)
Zutaten:
4 Yufka-Blätter (Filo-Teig)
500 g Spinat (habe TK genommen ohne Blubb)
250 g Fetakäse (habe light genommen)
3 Eier
2 Gläser Milch
50 ml Olivenöl
Olivenöl zum Bestreichen der Backform

1. Spinat waschen und kleinschneiden. Den Fetakäse mit einer Gabel zerdrücken und mit dem Spinat vermischen. (Da ich TK-Spinat benutzt habe, habe ich diesen erstmal aufgetaut).
2. Die rechteckige Backform mit etwas Olivenöl bestreichen und das erste Yufka-Blat ausgefaltet drübergeben. Das Blatt ist relativ groß und es sollte an allen Seiten der Form rausstehen.
3. Auf dieses erste Blatt gibt man das 2. Blatt drauf, dass aber komplett im Backbleich sein soll (schlampig gefaltet mit kleinen "Bergen").
4. Nun kommt die Hälfte der Spinat-Fetakäse-Mischung drauf.
5. Das 3. Blatt Yufka kommt nun drauf, wie das 2.
6. Der Rest der Spinat-Fetakäse-Mischung kommt nun drauf.
7. Und dann das 4. Blatt Yufka draufgeben, wie das 2. u. 3..
8. Nun deckt man das Börek mit den Teilen des 1. Yufka-Blattes, die ausserhalb der Form sind, zu.
9. Mit einem scharfen Messer schneidet man das Börek in gleichgroße Stücke zu.
10. Dann mischt man das Olivenöl mit den Eiern und der Milch (ich mache das mit dem batteriebetriebenen Milchaufschäumer), und gibt die Flüssigkeit gleichmäßig über das Börek.
11. Im vorgeheiztem Ofen wird es bei 180° für ca. 50 Minuten gebacken bis es goldbraun ist.

Afiyet olsun - Guten Apetitt!!!

Anmerkung: Mit einem Salat war es eine perfekte und sättigende Mahlzeit. Kann sowohl kalt wie warm gegessen werden. Sehr lecker! Danke fürs Rezept, Lídia!



Gosto muito do Blog da nossa querida Lídia, porque gosto muito da cozinha turca. Aqui na Alemanha há bastantes emigrantes turcos e por isso existem muitas lojas de almimentos e roupas e muitos restaurantes onde não há apenas Döner. Uma das comidas turcas que realmente adoro é o Börek com espinafre e queijo feta e quando vi a receita no Blog da Lídia, anotei logo a receita, que se encontra aqui.
Só posso recomendar! Comi quente com uma salada de alface e foi um almoço maravilhoso. O Börek sabe bem tanto frio como quente.
Apenas tive alguns problemas com a massa filó/yufka, pois não li a receita bem e no fim tinha massa a mais e o recheio situa-se quase só no fundo. Por isso vai haver brevemente repetição!!!!
Obrigada pela receita pelo teu Blog cheio de cultura/culinária turca, Lídia!!!

quinta-feira, março 27, 2008

A Melusina Bonita / Die schöne Melusine



Heute schmücke ich mich mal mit fremden Federn. Dieses Gericht hat mein Freund gekocht. Mit einem Opa, der Bäcker war und einem Vater, der Metzger ist, ist es kein Wunder, dass er sich in der Küche pudelwohl fühlt.
Ich mag Blumenkohl nicht so gerne wie er und so hat er nach einem Rezept gesucht, um mir den Kohl schmackig zu machen. Was soll ich sagen, er hat es geschafft. Aber er weiß auch, dass er mich mit überbackenem Käse immer rumkriegt.
Das Gericht heißt die schöne Melusine oder banal: überbackener Blumenkohl. Aber als schöne Melusine hört es sich gleich besser an und hat sogar Geschichte.
Melusine ist eine Sagenfigur aus dem Mittelalter, die sich jeden Samstag in eine Art Wasserfee/Schlangenfrau von der Hüfte abwärts verwandelt. Die Geschichte um diese Figur handelt davon, dass sie sich mit einem Ritter verheiratet unter der Bedingung, dass er sie am Samstag nicht im Bad stören dürfe. Das geht einige Zeit gut, sie bekommen 10 Kinder und leben in Reichtum und Glück, bis... eines Tages der Ritter es nicht mehr aushält und an einem Samstag in das Bad schaut und seine Frau verwandelt sieht. Sie lebten nicht glücklich bis an ihr Lebensende...

So und wenn ich das Essen auf dem Foto nochmal anschaue, dann ist doch alles klar: der Blumenkohl ist ihr Oberkörper und das Hackfleisch ihr verwandelter Unterkörper, oder?

Erfunden hat das Rezept angeblich Clemens Wilmenrod, der erste Fernsehkoch im Nachkriegsdeutschland, der für die nun konsumorientierten deutsche Gesellschaft revolutionierend kocht: er bentutzte Fertigsoßen, Dosenessen und Ketchup für seine Gericht. Bekannt wurde er auch durch das Toast Hawaii, dass er auch erfunden haben soll. Seine Sendung lief immer Freitags, 21:30 für 15 Minuten. Angeblich hat er mal einen Kabeljau zubereitet und am Samstag war der Kabeljau in Düsseldorf ausverkauft.Mehr findet ihr unter den Links.




Hier das Rezept:
Die schöne Melusine
Für 4 Personen:
1 großer Blumenkohl
Salz
400g Hackfleisch halb und halb
1 Zwiebel
1 Bund Petersilie
Pfeffer
1 Prise geriebene Muskatnuß
2 Eier
Fett für die Form
3 große Fleischtomaten
50g Butter
1/4l Sahne
50g geriebener Käse


Legen Sie den Blumenkohl vor der Zubereitung mit dem Strunk nach oben ca. 30 Minuten in Salz-, oder Essigwasser. So ist er garantiert von kleinen Insekten befreit.Dann im kochendem Salzwasser bißfest garen, herausnehmen, und gut abtropfen lassen. Zwiebel abziehen und in Würfel schneiden. Petersilie waschen, trockentupfen und klein schneiden. Hackfleisch mit Zwiebelwürfeln, Petersilie und einem Ei vermengen und mit Salz, Pfeffer und Muskatnuß würzen. Tomaten putzen, waschen, in Scheiben schneiden und mit Salz und Pfeffer bestreuen. Eine feuerfeste Auflaufform ausfetten, Blumenkohl hineinsetzen, mit Tomatenscheiben umlegen und mit Butterflöckchen belegen. Hackfleischmasse auf den Tomaten verteilen. Sahne mit restlichem Ei und Käse verrühren, mit Salz, Pfeffer, und Muskatnuß würzen, und über Blumenkohl und Hackfleischmasse gießen. Alles im vorgeheizten Backofen bei 200 Grad (Gas: Stufe 3) ca. 25 Minuten backen. Nach Wunsch mit Petersilie bestreut bestreut servieren.

Quelle: hier.

Anmerkung: Es hat mir sehr geschmeckt!!!!

PS: Achtet mal auf das Starbuckslogo - schaut Melusine ähnlich, oder?



Deste vez apresento-vos uma receita que foi o meu namorado que a descobriu e fez. Com um avô padeiro e o pai açougueiro não admira ele ter uma certo à vontade a cozinhar e as coisas saírem-lhe bem.
Como eu não gosto mesmo pouco de couve-flor e ele gosta bastante, andou e andou até encontrar uma receita que me fizesse comer couve-flor. E realmente conseguiu, pois tudo o que leve queijo e o queijo for derretido no forno é comigo.
Só depois de comer é que descobri na internet que esta receita tem história.

A Melusina é uma figura da mitologia dos Anos Médios. O resumo da lenda é que a linda Melusina casa-se com um cavaleiro, mas esse tem que lhe jurar que aos sábados não entra na casa de banho quando ela lá estiver. O casamento é feliz, têm 10 filhos e vivem com muita prosperidade. Até… que ele passado um tempo não aguenta mais e entra no quarto de banho, onde vê sua esposa transformada em serpente/fada do mar da cintura para baixo.

Agora olhem à foto e conseguem ver também a couve-flor como a parte de cima do corpo de Melusina e o molho de tomate e carne moída é sua parte debaixo.

Ele há com cada coisa… e quem inventou? Pois, foi o alemão Clemens Wilmenrod (*24 de Julho [um dia depois de mim e no mesmo dia como a Belinha Gulosa – isto está nos astros :-)] 1906 – + 12 de Abril de 1967) , o primeiro cozinheiro na televisão alemã pós-guerra e que também por sinal inventou o Toast Hawaii. A sua maneira revolucionária de cozinhar no seu programma (primeira emissão 20.02.1953, dava às 6as-feiras à noite com uma duração de 15 minutos) incluía métodos ideais para atraír a curiosidade duma sociedade orientada para o consumo depois dos anos da guerra. Usava sem qualquer vergonha comida de latas, molhos dos pacotes e Ketchup, mas também cozinhava muita coisa italiana (Itália era por sinal um dos países onde os alemães gostavam muito de passar férias, ainda hoje.). Infelizmente matou-se num hospital em Munique, por sofrer de cancre no estômago.
Todavia ele, que era um actor de televisão não muito conhecido, revolucionou duma certa forma a cozinha alemã. Li que num dos programas ele fez uma receita de bacalhau tão boa que no dia a seguir o bacalhau esgotou em Düsseldorf.

E agora já devem de estar fartinhos/as de ler este romance e por isso segue a receita:

A Melusina Bonita

Para 4 Pessoas :
1 couve-flor grande
sal
400 de carne moída (porco e vaca)
1 cebola grande
1 molho de salsa
pimenta
1 pitada de noz moscada
2 ovos
manteiga/margarina para a forma
3 tomates grandes
50 g de manteiga
1/4 dl de natas
50 g de queijo ralado

Preparação :
Lava-se a couve-flor bem (dica: pôr meia hora antes em água fria com vinagre ou sal para a couve ficar lavada e sem insectos) e tirar as partes verdes. Coze-e a couve um pouco num tacho com sal até ficar quase pronta para comer, tira-se e deixa-se escorrer bem. Pica-se a cedola e a salsa pré-lavada. Mistura-se a carne moída com a cedola picada, a salsa e um dos ovos e temperar com sal, pimenta e a noz moscada. Lava-se os tomates, corta-se em rodelas e tempera-se com sal e pimenta. Unta-se uma forma de ir ao forno e põe-se a couve no meio. À volta coloca-se as rodelas de tomate e em cima delas distribui-se a manteiga em flocos. Agora põe-se a massa da carne moída em cima. Mistura-se as natas com o outro ovo, o queijo e tempera-se também com sal, pimenta e noz moscada e verte-se a mistura por cima da couve e da carne moída. Vai ao forno pré-ligada (200° - 3) por 25 minutos até estar tudo alourado. Quem quiser pode decorar com salsa picada.

Fonte: aqui.

Nota: Gostei imenso!!!

PS: Reparem no logo do Starbucks, tem uma mulher que deve ser parecida com a Melusina.

quarta-feira, março 05, 2008

Gratin da "Raíz desconhecida" de Escorcioneira / Schwarzwurzelgratin à la Petra

adição: ai... então não é que a Hedonistin encontrou raio do nome disto???? Para próxima já sei a quem perguntar :-)
O nome é: Escorcioneira, Salsifi-negro, Salsifi négro.
E ela encontro-o aqui.
Agora já estou mais descansada :-)


Pois é, ninguém me soube dizer qual o nome desta raíz. E eu procurei e procurei, mas também não encontro. A flor é um pouco parecido ao dente-de-leão, pois são da mesma família (Asteraceae). Algumas de vocês sugeriram que pudesse ser Raíz de Bardana, mas não encontrei o nome em alemão e não faço a mínima ideia do que se trata. Li num site que esta raíz era considerada um remédio contra a peste e mordeduras de cobras. Oriunda da Espanha, é também chamada espargo do inverno ou de gente pequena (significando pobre). Em inglês chama-se black salsify e eu procurei salsify num dicionário online em portuês e apareceu cercefi. Será que é cercefi preta o nome destas raízes comestíveis? Vou continuar à procura.
Vamos então ao Gratin desta raízEscorcioneira/Salsifi-negro/Salsifi négro.

Li, que deitam um líquido tipo leite quando são cortadas/descascadas e esse líquido cola. Pode-se ir descascando debaixo da torneira ou fazer como eu: calçar umas luvas – remédio santo. Nada colou nem eu me sujei!
Como já viram, elas são mesmo feias e como são raízes vêm cheiinhas de terra. Portanto, primeiro lavei as três raízes (tamanho: uns 40-50 cm) um pouco e depois cortei cada raíz em 4 bocados e fui descascando um a um como se fosse uma cenoura.
Esta raíz depois de descascada gosta muito de ficar castanhas por causa do contacto com o ar e tem-se que pôr logo em água com um pouco de vinagre, foi o que eu fiz.
Depois foram num tacho com água e um pouco de sumo de limão ao lume por 15 minutos.



Entretanto lavei e descascei 2 cenouras e 3 batatas (a Petra serve as batatas separadamente) grandes e cortei as cenouras em palitos e as batatas às rodelas. Reservei numa tijela.
Tirei as raízes da água, depois de cozidas, e cortei-as também às rodelas (a Petra não o fez, mas eu achei que assim dava mais jeito comer).
Dei também uma cozidela às batatas e cenouras (aproximadamente por uns 5 minutos).
Deitei os legumes misturados dentro dum pyrex e fiz o molho. A Petra juntou fiambre aos legumes, mas não tínhamos nenhum em casa, nem salsichas, por isso ficou vegetariano.
Primeiro prepara-se 1/4l de caldo de legumos. Num tachinho põe-se uma colher de sopa cheia de manteiga. Acrescenta-se uma colher de sopa de farinha de trigo e mexe-se bem. Logo a seguir vai-se juntando o caldo, mexendo sempre bem até o caldo estár todo lá dentro. Deixa-se tudo ir fervendo lentamente. Mistura-se então ¼ l de natas e mexe-se tudo bem. Põe-se uns três raminhos de salsa picada e tempera-se com noz moscada, sal e pimenta e no fim junta-se ao molho uma gema de ovo. Agora é que se tem que mexer bem, senão o ovo coze e não es mistura com os outros ingredientes.
Agora é só deitar o molhinho (consistência cremosa) por cima dos legumes, juntar queijo para gratinar por cima q.b. e vai ao forno (temp. média) para cozer os legumes melhor e ficar alourado.



Nota: A raíz, para dizer a verdade pareceu-me carne de coco, mas ou pouco mais mole. Tem um gosto também a couve-rábano, mas não é. Come-se mas não é coisa que precise quase todos os dias (como uma boa fatia de bolo :-)). Mas é um legume barato (as três raízes custaram 1,75 Euros). Contudo gostei da experiência.
O molho do gratin é que vou fazer mais vezes. Que delícia!!!




So diesmal war der portugiesische Text zuerst an der Reihe. Leider haben wir bis jetzt nicht wirklich rausgefunden wie diese Wurzel auf portugiesisch heisst.
Das ist meine Version des Schwarzwurzelgratins à la Petra. Hatte gar keine Probleme mit dem Putzen und Schneiden der Wurzel, da ich mich hier informiert hatte und einfach meine Plastikhandschuhe angezogen habe.
Die Wurzel habe ich nach dem Kochen noch in mundgerechte Scheiben geschnitten. Kochschinken hatte ich leider nicht zu Hause :-( daher blieb es vegetarisch. Die Kartoffeln hab ich gleich mit reingetan und nicht wie Petra extra als Salzkartoffeln serviert.
Fazit: Bin definitiv kein Schwarzwurzel-Fan. Die Wurzel hat eine geschmeidige Konsistenz und ist mit Spargel ein wenig vergleichbar (wird ja auch Winterspargel genannt). Der Nachgeschmack war nussig. Kann man (ich) essen, muss aber nicht.
Die Gratin-Sauce aber war äußerst lecker und wird bestimmt bald wieder gemacht - mit anderem Gemüse :-) Alles in allem eine schöne Erfahrung!

Nachtrag: Danke meiner lieben Hedonistin weiß ich es endlich, wie die Schwarzwurzel auf portugiesisch heißt: Escorcioneira, Salsifi-negro oder Salsifi négro - gefunden hier. Das nächste Mal wende ich mich gleich an Dich! Vielen lieben Dank!!!!